'Lenin é o maior traidor da Alianza País', denuncia Rafel Correa

Lenín Rodrigues chegou ao posto máximo do Equador em 24 de maio de 2017, pouco após o ex-presidente Rafel Correa deixar o país para ir estudar na Europa;  Moreno se lançou no empenho de governar com um programa contrário ao que o partido oficialista ¨Alianza País¨ tinha proposto; desmantelou acordos políticos e projetos sociais,reduziu impostos para empresas e majorou os preços dos serviços básicos.¨É um traidor! Está governado com a direita e com os banqueiros(...) Em seis meses trouxe o atraso de 20 anos, sentimos seis meses de desgoverno, seis meses de uma operação milimétrica de destruição dos 10 anos da Revolução Cidadã", disse Correa

Lenín Rodrigues chegou ao posto máximo do Equador em 24 de maio de 2017, pouco após o ex-presidente Rafel Correa deixar o país para ir estudar na Europa;  Moreno se lançou no empenho de governar com um programa contrário ao que o partido oficialista ¨Alianza País¨ tinha proposto; desmantelou acordos políticos e projetos sociais,reduziu impostos para empresas e majorou os preços dos serviços básicos.¨É um traidor! Está governado com a direita e com os banqueiros(...) Em seis meses trouxe o atraso de 20 anos, sentimos seis meses de desgoverno, seis meses de uma operação milimétrica de destruição dos 10 anos da Revolução Cidadã", disse Correa
Lenín Rodrigues chegou ao posto máximo do Equador em 24 de maio de 2017, pouco após o ex-presidente Rafel Correa deixar o país para ir estudar na Europa;  Moreno se lançou no empenho de governar com um programa contrário ao que o partido oficialista ¨Alianza País¨ tinha proposto; desmantelou acordos políticos e projetos sociais,reduziu impostos para empresas e majorou os preços dos serviços básicos.¨É um traidor! Está governado com a direita e com os banqueiros(...) Em seis meses trouxe o atraso de 20 anos, sentimos seis meses de desgoverno, seis meses de uma operação milimétrica de destruição dos 10 anos da Revolução Cidadã", disse Correa (Foto: Paulo Emílio)
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Por Tulio Ribeiro, no CafezinhoApoiado na popularidade do ex-presidente Rafael Correa, Lenín Rodrigues chegou ao posto máximo do Equador em 24 de maio de 2017. Superado o período eleitoral, o ex-mandatário viajou para Bélgica, onde tinha estudado e conhecido sua esposa.

Assim que Correa deixou o país, Moreno se lançou no empenho de governar com um programa contrário ao que o partido oficialista ¨Alianza País¨ tinha proposto. Desmantelou agilmente acordos políticos e projetos sociais, para lançar um plano econômico de redução de impostos para empresas e majoração dos preços dos serviços básicos.

Correa ainda na Bélgica(em entrevista a AFP), unificou o sentimento da maioria da população: ¨É um traidor! Está governado com a direita e com os banqueiros(...) Em seis meses trouxe o atraso de 20 anos, sentimos seis meses de desgoverno, seis meses de uma operação milimétrica de destruição dos 10 anos da Revolução Cidadã.¨

Em outubro passado a direção do partido ¨Alianza País¨ destituiu Moreno da liderança. Entretanto o atual presidente conseguiu reverter junto ao Conselho Nacional Eleitoral, alegando que a decisão não se originava de convenção. Incentivou o processo de judicialização da política, apoiando as acusações contra seu vice Jorge Glas (correrista) e afastando-o de atribuições no governo. Desafiou ainda Correa, pedindo que pare de ¨se esconder na fronteira¨.

O ex-presidente com popularidade e controle do partido aceitou a provocação, irá chegar hoje ao Equador e coordenar em 3 de dezembro a convenção na cidade de Esmeraldas no noroeste do país: ¨A convenção vai tomar a decisão de expulsar Lenín Moreno, o maior traidor da Alianza País¨. Sentenciou Correa.

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