Líderes indígenas denunciam ditadura de Lenin Moreno, no Equador

Acusação contra os presidentes da Confederação Nacional dos Povos Indígenas do Equador e do Movimento Indígena Camponês Cotopaxi está baseada, simplesmente, em suas críticas à política do presidente do Equador

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Por Victor Farinelli, na revista Fórum – Nesta sexta-feira (17), a Justiça do Equador aceitou um processo no qual os líderes indígenas Jaime Vargas e Leónidas Iza são acusados de terrorismo.

Qual é a base da acusação? Simplesmente, as críticas que ambos fizeram às políticas neoliberais do governo do presidente Lenín Moreno, e também sua postura errática com respeito à crise de saúde no país a partir da pandemia do novo coronavírus.

Jaime Vargas é presidente da Conaie (Confederação Nacional dos Povos Indígenas do Equador) e Leónidas Iza é dirigente da MICC (Movimento Indígena Camponês Cotopaxi). Ambos foram alvos de uma ação iniciada por políticos de direita aliados de Lenín Moreno, representados na figura do advogado e político Alberto Dahik que já foi vice-presidente do país (durante o governo de Sixto Durán Ballén, entre 1992 e 1995).

Segundo a Justiça, Jaime Vargas terá que comparecer aos tribunais no dia 29 de abril, para prestar seus esclarecimentos sobre o caso, enquanto Leónidas Iza deve fazer o mesmo, no dia seguinte.

Leia a íntegra na Fórum

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