Líderes mundiais condenam massacre de Hama

Comunidade internacional, liderada pelo ministro francs Alain Jupp,se diz horrorizada com as atrocidades cometidas pelo regime srio no ms sagrado para os muulmanos

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247 – Horrorizada com a repressão do regime sírio na cidade de Hama, que fez mais de cem vítimas, a comunidade internacional reagiu severamente contra o País. O ministro francês das Relações Exteriores, Alain Juppé, condenou os atos de violência com a "máxima firmeza". "Os dirigentes políticos, militares e da segurança da Síria precisam saber, agora mais do que nunca, que deverão prestar contas de suas ações", afirmou Alain Juppé.

Do outro lado do Atlântico, o presidente americano Barack Obama disse estar "chocado com a violência e brutalidade do governo sírio contra seu próprio povo". Segundo ele, nos próximos dias, os EUA vão aumentar a pressão sobre o regime sírio e cooperar com outros países para isolar o governo de Bashar al-Assad.

Na Itália, o chanceler Franco Frattini solicitou uma reunião de emergência no Conselho de Segurança das Nações Unidas para "tomar uma posição firme" contra a Síria. Alemanha, Reino Unido, Canadá e Holanda também se manifestaram contra as atrocidades cometidas pelo País em resposta as manifestações da população.

O Ministério turco das Relações Exteriores disse em um comunicado que o mundo muçulmano está triste e desapontado com os atos na véspera do Ramadã, um mês sagrado para os islâmicos, que deveria ser precedido por diálogos de paz, segundo o país.

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