Lugar do Brasil é junto da independência chinesa, afirma Dilma Rousseff
Em artigo, a ex-presidente diz que o Brasil precisa abandonar o “complexo de inferioridade" frente aos Estados Unidos: 'algumas elites e oligarquias não fazem outra coisa a não ser submeter-se de maneira vergonhosa aos EUA'
247 - O Brasil precisa abandonar o “complexo de inferioridade" frente aos Estados Unidos e se firmar no lado da independência, junto da China, defendeu a ex-presidente Dilma Rousseff em artigo publicado no curso “Estado, política e Democracia na América Latina”, organizado pelo jornal argentino Pagina12.
“Não é possível seguir reproduzindo o complexo de inferioridade de algumas elites e oligarquias que não fazem outra coisa a não ser submeter-se de maneira vergonhosa aos Estados Unidos”, escreveu.
No que diz respeito à China, a ex-presidente dissertou sobre o modelo político e econômico do país asiático: “a China, de fato, não é uma democracia liberal. A China está controlada pelo PCCh (Partido Comunista da China) […] acredito que a China seja extremamente pragmática. Mas, não faz parte da mentalidade chinesa interferir na maneira como os países se organizam internamente, na organização social, econômica, política e sua cultura. Há uma diferença de enfoque, de visão. A visão estratégica da China é diferente da ocidental. O jogo estratégico ocidental é mais complexo, com o objetivo de rodear a rainha e matar o rei. O jogo chinês é de estratégia e não de assédio”.
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