Macri copia Trump e assina decreto restringindo imigrantes

Pouco dias depois do decreto assinado pelo presidente dos Estados Unidos, que impede a entrada de pessoas de sete países islâmicos, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, também colocou mais restrições à entrada de estrangeiros no país, por meio de um decreto que altera a Lei de Migração do país; no anúncio da medida, Macri usou frases parecidas com as de Trump, como "nossa prioridade é cuidar dos argentinos" e "precisamos saber quem é quem entre os que cruzam nossa fronteira"

Pouco dias depois do decreto assinado pelo presidente dos Estados Unidos, que impede a entrada de pessoas de sete países islâmicos, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, também colocou mais restrições à entrada de estrangeiros no país, por meio de um decreto que altera a Lei de Migração do país; no anúncio da medida, Macri usou frases parecidas com as de Trump, como "nossa prioridade é cuidar dos argentinos" e "precisamos saber quem é quem entre os que cruzam nossa fronteira"
Pouco dias depois do decreto assinado pelo presidente dos Estados Unidos, que impede a entrada de pessoas de sete países islâmicos, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, também colocou mais restrições à entrada de estrangeiros no país, por meio de um decreto que altera a Lei de Migração do país; no anúncio da medida, Macri usou frases parecidas com as de Trump, como "nossa prioridade é cuidar dos argentinos" e "precisamos saber quem é quem entre os que cruzam nossa fronteira" (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O presidente da Argentina, Mauricio Macri, endureceu a Lei de Migração do país por meio de um decreto nesta segunda-feira 30, poucos dias depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter causado polêmica ao impedir a entrada de pessoas de sete países islâmicos nos EUA.

De forma semelhante, Macri colocou mais restrições à entrada de estrangeiros no país e anunciou a medida usando frases parecidas com as de Trump, como "nossa prioridade é cuidar dos argentinos" e "precisamos saber quem é quem entre os que cruzam nossa fronteira".

"Não podemos permitir que o crime siga escolhendo a Argentina como um lugar para vir e delinquir", declarou ainda o presidente argentino. 

O decreto prevê mais investimento na infraestrutura das fronteiras. O policiamento e a logística dos locais de entrada ao país serão reforçados, e a tecnologia por meio da qual se possa acessar uma base de dados sobre os imigrantes será renovada.

Diferente de Trump, porém, o decreto de Macri não cita nenhum país em particular.

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