Maduro denuncia que EUA e países europeus dificultam compra de vacinas pela Venezuela

Países da União Europeia (UE) e os EUA teriam recusado o pedido da Venezuela de descongelamento de ativos para que a nação, severamente atingida por sanções, pudesse comprar vacinas contra o novo coronavírus, diz Nicolás Maduro

Nicolás Maduro
Nicolás Maduro (Foto: Presidência da República da Venezuela)
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Sputnik - O presidente venezuelano indicou que o seu pedido para descongelar bens a fim de comprar vacinas foi rejeitado pelos governos de Portugal, Espanha, Reino Unido e EUA.

"Os governos de Portugal, Espanha, Reino Unido e EUA, e suas instituições financeiras, congelaram e bloquearam os ativos [venezuelanos] para obter vacina. Exigimos através da OMS [Organização Mundial da Saúde] que [os governos acima citados] nos providenciassem acesso aos bens, que nos foram recusados", declarou Maduro no domingo (3).

Maduro acrescentou que até a vice-presidente da nação venezuelana, Delcy Rodríguez, teria tentado falar com os ministros das Relações Exteriores dos países acima mencionados, mas a resposta foi a mesma.

A recusa em questão poderia ser vista como parte das tentativas de derrubar Maduro do poder pelos EUA e por outros países ocidentais que apoiam o líder da oposição, Juan Guaidó. Uma dessas tentativas levou à imposição de pesadas sanções e ao congelamento dos bens venezuelanos.

Atualmente, segundo a universidade Johns Hopkins (EUA), a Venezuela tem cerca de 114.230 casos confirmados de coronavírus, e já registrou 1.034 mortes pela doença.

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