Maduro prepara Venezuela para a guerra civil

Convencido de que os Estados Unidos trabalham para fomentar uma guerra civil na Venezuela, à semelhança da Síria e Líbia, o presidente Nicolás Maduro determinou ao ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López, e à ministra do Interior, almirante Carmen Meléndez, "colocar as forças policiais e militares da pátria em alerta máximo"; Maduro denuncia que “paramilitares estão sendo infiltrados, a partir da Colômbia, para gerar tumulto e violência em seu país; "Querem infiltrar grupos armados treinados pelos paramilitares da Colômbia, obedecendo a ordens do norte (Estados Unidos), para destruir a pátria de Bolívar", disse ele em vídeo

Convencido de que os Estados Unidos trabalham para fomentar uma guerra civil na Venezuela, à semelhança da Síria e Líbia, o presidente Nicolás Maduro determinou ao ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López, e à ministra do Interior, almirante Carmen Meléndez, "colocar as forças policiais e militares da pátria em alerta máximo"; Maduro denuncia que “paramilitares estão sendo infiltrados, a partir da Colômbia, para gerar tumulto e violência em seu país; "Querem infiltrar grupos armados treinados pelos paramilitares da Colômbia, obedecendo a ordens do norte (Estados Unidos), para destruir a pátria de Bolívar", disse ele em vídeo
Convencido de que os Estados Unidos trabalham para fomentar uma guerra civil na Venezuela, à semelhança da Síria e Líbia, o presidente Nicolás Maduro determinou ao ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López, e à ministra do Interior, almirante Carmen Meléndez, "colocar as forças policiais e militares da pátria em alerta máximo"; Maduro denuncia que “paramilitares estão sendo infiltrados, a partir da Colômbia, para gerar tumulto e violência em seu país; "Querem infiltrar grupos armados treinados pelos paramilitares da Colômbia, obedecendo a ordens do norte (Estados Unidos), para destruir a pátria de Bolívar", disse ele em vídeo (Foto: Valter Lima)
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Café na Política - Convencido de que os Estados Unidos trabalham para fomentar uma guerra civil na Venezuela, à semelhança da Síria e Líbia, com o fim de apossar-se do maior manancial de petróleo mundo existente naquele país, o presidente Nicolás Maduro determinou agora há pouco ao ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López, e à ministra do Interior, almirante, Carmen Meléndez, “colocar as forças policiais e militares da pátria em alerta máximo”.

Maduro, que há uma semana desbaratou uma tentativa de golpe cívico e militar, denuncia desta vez que “paramilitares estão sendo infiltrados, a partir da Colômbia, para gerar tumulto e violência em seu país: “Querem infiltrar grupos armados treinados pelos paramilitares da Colômbia, obedecendo a ordens do norte (Estados Unidos), para destruir a pátria de Bolívar”.

Para contraatacar as investidas externas e internas contra a revolução bolivariana, iniciada por Hugo Chávez há 15 anos, Nicolás Maduro afirmou que o desafio é produzir mais e garantir o cumprimento das metas (do governo nacional). Para isso, fez um chamamento aos trabalhadores a permanecer de sobreaviso ante os ataques da ultradireita. Por fim, solicitou o respaldo da classe operária para defender a democracia e a paz na Venezuela.

Antes a rede de elevisão Multiestatal Telesur transmitiu um documentário sobre as denúncias de violações dos direitos humanos, em que comprova, com imagens, que a prisão do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, ocorrida na semana passada, se deu com base judicial e sem qualquer tipo de violência como a relatada pela mídia internacional. Segundo este relato, Ledezma sofreu violência física e foi sequestrado por indivíduos encapuzados. O vídeo da telesur, ao contrário, mostra Ledezma caminhando tranquilamente sob a escolta de agentes do serviço de inteligência (Seibin) e ainda fazendo com os dedos o V da vitória.

No mesmo vídeo, a rede venezuelana, também integrada por capital da Argentina, Bolívia, Cuba Equador, Nicarágua e Uruguai, faz um relato dos massacres comandados pelos governos que antecederam Hugo Chávez, mostrando que três mil pessoas foram mortas no Caracazo de 1989, sob o regime do presidentte civil Carlos Andrés Pérez.

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