Siemens não participará de mineração em área indígena defendida por Bolsonaro

Em resposta a um ativista ambiental alemão, Siemens disse que a extração de minérios em áreas indígenas, prática defendida por Bolsonaro, viola as políticas de direitos humanos. "Não planejamos continuar fazendo negócios em áreas indígenas, onde o governo brasileiro planeja permitir atividades de mineração"

(Foto: Foto: Divulgação)
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247 - O conglomerado industrial Siemens, maior grupo empresarial da Europa, anunciou neste sábado (31), em usua página no Twitter, que não fornecerá equipamentos nem apoio logístico para a realização de atividades de mineração em áreas indígenas  no Brasil.

Em resposta a um ativista ambiental alemão, a empresa disse que a extração de minérios em áreas indígenas viola as políticas de direitos humanos da Siemens.

"Estamos atualizados e não planejamos continuar fazendo negócios em áreas indígenas, onde o governo brasileiro planeja permitir atividades de mineração. O respeito pelos direitos humanos é um princípio central na Siemens, em todo o mundo", disse a empresa, na rede social.

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O anúncio é um revés para o presidente Jair Bolsonaro (PSL), que defende a extração de minérios em territórios indígenas, visto que a Siemens é um dos maiores fabricantes de equipamentos de mineração do mundo.

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