Malásia: avião explodiu no ar depois de ser atingido

Segundo relatório divulgado na Holanda, avião da Malaysia Airlines, que caiu na Ucrânia, partiu-se em vários pedaços durante o voo, depois de ter sido atingido por numerosos objetos a alta velocidade; desastre matou 298 pessoas, a maioria de nacionalidade holandesa

Segundo relatório divulgado na Holanda, avião da Malaysia Airlines, que caiu na Ucrânia, partiu-se em vários pedaços durante o voo, depois de ter sido atingido por numerosos objetos a alta velocidade; desastre matou 298 pessoas, a maioria de nacionalidade holandesa
Segundo relatório divulgado na Holanda, avião da Malaysia Airlines, que caiu na Ucrânia, partiu-se em vários pedaços durante o voo, depois de ter sido atingido por numerosos objetos a alta velocidade; desastre matou 298 pessoas, a maioria de nacionalidade holandesa (Foto: Roberta Namour)

Da Agência Lusa - O avião da Malaysia Airlines, que caiu na Ucrânia, partiu-se em vários pedaços durante o voo, depois de ter sido atingido por numerosos objetos a alta velocidade, informa relatório divulgado hoje (9) na Holanda.

Segundo o documento, "o voo MH17 partiu-se no ar, provavelmente em consequência de danos estruturais causados por grande número de objetos de alta energia que entraram no avião procedentes do exterior". O relatório preliminar lembra que o desastre matou 298 pessoas, a maioria de nacionalidade holandesa.

O relatório de 34 páginas, divulgado quase dois meses depois do acidente, também informa que o Boeing 777-200 estava em boas condições para voar, era operado por uma tripulação qualificada e experiente e não havia problemas técnicos.

O documento diz que o fato de o avião ter sido atingido por múltiplos objetos a grande velocidade "explica o abrupto fim dos registos de dados, a simultânea perda de contato com o controlo de tráfego aéreo e o desaparecimento do radar".

O Boeing explodiu no ar quando passava pela Ucrânia, durante voo entre Amsterdã e Kuala Lumpur no dia 17 de julho, matando todos os passageiros e tripulantes, dos quais 193 holandeses.

Kiev e as principais potências ocidentais acusaram os separatistas pró-russos de terem abatido o avião com um míssil fornecido por Moscou, mas o governo de Vladimir Putin nega qualquer envolvimento direto.

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