Morte de Fidel atrai atenção para políticas de Trump sobre Cuba

O presidente norte-americano Barack Obama ofereceu uma "mão amiga" aos cubanos neste sábado após a morte de Fidel Castro, enquanto seu sucessor, o republicano eleito Donald Trump, reagiu no Twitter declarando apenas "Fidel Castro está morto!."; Trump, que assume a presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro, insinuou durante a campanha que o desrespeito à liberdade religiosa em Cuba poderia fazer com que ele revesse o acordo de Obama para abrir relações com o antigo adversário da Guerra Fria após quase meio século de afastamento

O presidente norte-americano Barack Obama ofereceu uma "mão amiga" aos cubanos neste sábado após a morte de Fidel Castro, enquanto seu sucessor, o republicano eleito Donald Trump, reagiu no Twitter declarando apenas "Fidel Castro está morto!."; Trump, que assume a presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro, insinuou durante a campanha que o desrespeito à liberdade religiosa em Cuba poderia fazer com que ele revesse o acordo de Obama para abrir relações com o antigo adversário da Guerra Fria após quase meio século de afastamento
O presidente norte-americano Barack Obama ofereceu uma "mão amiga" aos cubanos neste sábado após a morte de Fidel Castro, enquanto seu sucessor, o republicano eleito Donald Trump, reagiu no Twitter declarando apenas "Fidel Castro está morto!."; Trump, que assume a presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro, insinuou durante a campanha que o desrespeito à liberdade religiosa em Cuba poderia fazer com que ele revesse o acordo de Obama para abrir relações com o antigo adversário da Guerra Fria após quase meio século de afastamento (Foto: José Barbacena)

Reuters - O presidente norte-americano Barack Obama ofereceu uma "mão amiga" aos cubanos neste sábado após a morte de Fidel Castro, enquanto seu sucessor, o republicano eleito Donald Trump, reagiu no Twitter declarando apenas "Fidel Castro está morto!."

Trump, que assume a presidência dos Estados Unidos em 20 de janeiro, insinuou durante a campanha que o desrespeito à liberdade religiosa em Cuba poderia fazer com que ele revesse o acordo de Obama para abrir relações com o antigo adversário da Guerra Fria após quase meio século de afastamento.

Obama disse que a morte de Fidel Castro mexe com as emoções de cubanos e cubano-americanos devido às "incontáveis maneiras" com que Castro "alterou o curso de vida de indivíduos, famílias e da nação cubana".

"Neste momento de morte de Fidel Castro, estendemos uma mão amiga à população cubana", disse Obama, oferecendo condolências à família de Castro, mas acrescentando que sua administração "trabalhou duro para deixar o passado para trás".

Os republicanos esperam para ver o que Trump, um milionário empresário conhecido por seu jeito não-convencional de tratar a política, irá fazer a respeito de Cuba assim que ele sentar na cadeira da presidência.

Em um evento de campanha em Miami em setembro, Trump prometeu reverter a política de Obama em Cuba a não ser que líderes cubanos permitissem "liberdade política" e libertassem prisioneiros políticos.

"O próximo presidente pode reverter isso, e é o que eu farei a não ser que o regime Castro cumpra nossas demandas", disse Trump a apoiadores.

Uma série de políticos majoritariamente republicanos e cubano-americanos tem trabalhado ao longo dos anos para manter as restrições no comércio e deslocamento com Cuba. Alguns republicanos chegaram a romper com a ortodoxia do partido ao apoiar as reformas de Obama, atraídos pelos benefícios econômicos que a medida trouxe.

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