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Na França, milhares vão às ruas contra Hollande

Manifestantes juntaram-se neste sábado em Paris, respondendo ao apelo de partidos de extrema-esquerda, para exigir uma mudança na política do presidente François Hollande, que consideram mais favorável aos patrões que aos trabalhadores; “Hollande, já chega”, dizia uma faixa colocada na estátua da Praça da República, ponto de partida da Marcha contra a Austeridade, pela Igualdade e a Partilha da Riqueza

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Manifestantes juntaram-se neste sábado em Paris, respondendo ao apelo de partidos de extrema-esquerda, para exigir uma mudança na política do presidente François Hollande, que consideram mais favorável aos patrões que aos trabalhadores; “Hollande, já chega”, dizia uma faixa colocada na estátua da Praça da República, ponto de partida da Marcha contra a Austeridade, pela Igualdade e a Partilha da Riqueza (Foto: José Barbacena)
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Agência Brasil - Milhares de manifestantes juntaram-se hoje (12) em Paris, respondendo ao apelo de partidos de extrema-esquerda, para exigir uma mudança na política do presidente François Hollande, que consideram mais favorável aos patrões que aos trabalhadores.

“Hollande, já chega”, dizia uma faixa colocada na estátua da Praça da República, ponto de partida da Marcha contra a Austeridade, pela Igualdade e a Partilha da Riqueza.

O grego Alexis Tsipras, candidato da esquerda à presidência da Comissão Europeia, desfilou à frente da marcha, ao lado dos líderes da Frente de Esquerda Pierre Laurent (Partido Comunista) e Jean-Luc Mélenchon (Partido de Esquerda).

A manifestação nacional, convocada pela Frente de Esquerda e por um coletivo de movimentos e de associações de extrema-esquerda, ocorre menos de duas semanas depois da remodelação governamental decidida pelo presidente francês, após o revés dos socialistas nas eleições municipais de 23 e 30 de março.

A derrota eleitoral é atribuída pela extrema-esquerda à mudança social-democrata do chefe de Estado, simbolizada pelo Pacto de Responsabilidade, que prevê uma redução dos encargos das empresas visando a estimular o crescimento e o emprego.

No meio de bandeiras vermelhas, viam-se cartazes com as frases: “Quando se é de esquerda, taxa-se os financeiros”, “Quando se é de esquerda, está-se do lado dos trabalhadores”, “Quando se é de esquerda, na Europa as pessoas estão em primeiro lugar”.

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