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Nicolas Sarkozy define o dia D

Em reunio de emergncia, presidente da Frana marca para o dia 24 de agosto o anncio das medidas contra a dvida pblica

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Roberta Namour, correspondente do 247 em Paris - Nicolas Sarkozy decidiu antecipar a volta das férias. Chamou o primeiro-ministro Francois Fillon, o ministro das Relações Exteriores, Alain Juppé, o ministro da Economia, François Baroin, o ministro encarregado dos assuntos europeus, Jean Leonetti, bem como a ministra do orçamento Valérie Pécresse para uma reunião "de trabalho ", como caracteriza o Elysée. A pauta do dia: a situação econômica e financeira. O governador do Banque de France, Christian Noyer, também foi convocado.

O retorno apressado de Sarkozy ao trabalho não tem a ver com uma reunião de crise, segundo insiste em afirmar o porta-voz do governo. "Nicolas Sarkozy tem mostrado muita serenidade, muita serenidade", diz Jean Leonetti. Foi para dar uma dimensão internacional à reunião que Nicolas Sarkozy exigiu a presença de Alain Juppé e Jean Leonetti.

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E o que foi dito nesta manhã? "Nós trabalhamos duas horas e quinze minutos a fim de fazer um inventário da situação econômica e definir a agenda para as próximas semanas ", disse François Baroin. Segundo o ministro, o chefe de Estado observou que a decisões tomadas pelas instituições europeias e norte-americanas reduziram as tensões nos mercados financeiros. "Na Europa, as medidas adoptadas pelos espanhóis e italianos, bem como as intervenções do Banco Central Europeu têm sido eficazes em reduzir significativamente as taxas de juros sobre a dívida desses dois países", disse o presidente.

Sobre a França, o presidente acredita que a reforma do sistema da previdência, aprovada em 2010, fortaleceu a sustentabilidade a longo prazo das finanças públicas, assim como o crédito do País.

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Baroin também indicou dois compromissos importantes nas próximas semanas. O primeiro será realizado no dia 17 de agosto, quando haverá um encontro entre Nicolas Sarkozy e o primeiro-ministro François Fillon. Para o segundo, no dia 24 de agosto, está marcado uma reunião de decisões, destinada a adotar medidas que ajudem a França atingir a redução da dívida pública – de 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para 4,6% no próximo ano, e a 3% em 2013. Para a França, manter essa meta será crucial para assegurar sua classificação "AAA" concedida pelas agências de notação.

 

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