Nossa mulher em Havana

Quando o cronista recebe um documento tão secreto sobre a viagem da comitiva brasileira a Cuba que é como se não existisse

A dessemelhante Bahia vai entristecendo antes da quarta-feira de cinzas, mas, já que fomos a Cuba, mamãe, eu quero voltar, pelo menos ao assunto. Eis que cai nas mãos do cronista relatório secreto sobre a viagem da comitiva brasileira a Havana no fim de janeiro. É um amontoado codificado de números assinado por uma tal de “agenta (sic) Vanda”, que, com o auxílio de um livro de Graham Greene, foi traduzido no texto que segue abaixo e fala por si:

Parágrafo A engoliram história dos tratados comerciais ponto

Parágrafo B disse que não atiraria primeira pedra, mas ela já tinha sido atirada – e só não quebrou nada porque a vidraça já não está lá faz tempo ponto

Parágrafo C blogueira cumpriu papel forma brilhante ponto

Parágrafo D em Cuba, é fim de festa – vide “Um morto muito louco” ponto

Parágrafo E preparar próximo regime ponto muita Coca-Cola ponto

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