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Obama faz lei sob medida contra diplomata do Irã

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sancionou uma lei que efetivamente impede um diplomata iraniano de ocupar um posto na Organização das Nações Unidas por suspeitas de envolvimento dele na crise dos reféns em Teerã entre 1979 e 1981; trata-se de Abutalebi Hamid, que atuou como intérprete dos militantes que mantiveram os reféns

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sancionou uma lei que efetivamente impede um diplomata iraniano de ocupar um posto na Organização das Nações Unidas por suspeitas de envolvimento dele na crise dos reféns em Teerã entre 1979 e 1981; trata-se de Abutalebi Hamid, que atuou como intérprete dos militantes que mantiveram os reféns (Foto: Leonardo Attuch)
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WASHINGTON, 18 Abr (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sancionou nesta sexta-feira uma lei que efetivamente impede um diplomata iraniano de ocupar um posto na Organização das Nações Unidas (ONU) por suspeitas de envolvimento dele na crise dos reféns em Teerã entre 1979 e 1981.

A lei, aprovada pelo Congresso norte-americano, prevê o bloqueio de entrada no país de qualquer indivíduo envolvido em espionagem ou atividade terrorista contra os EUA ou que represente ameaça à segurança nacional.

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Os EUA já haviam dito que não concederiam um visto ao embaixador indicado pelo Irã para representar a República Islâmica na ONU, citando as ligações do emissário com a crise dos reféns de 1979 a 1981.

Obama esteve sob forte pressão para não permitir que Abutalebi Hamid assumisse a posição na sede da ONU, que fica em Nova York.

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O governo tem restrições a Abutalebi por causa de sua suposta participação em um grupo de estudantes muçulmanos que tomou a embaixada dos EUA em Teerã, em novembro de 1979, e manteve 52 norte-americanos reféns por 444 dias.

O veterano diplomata iraniano reconheceu que atuou como intérprete dos militantes que mantiveram os reféns.

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Os EUA disseram na semana passada que já notificaram o Irã sobre a rejeição do visto a Abutalebi. Autoridades norte-americanas afirmaram na época, em particular, que esperavam que o Irã recuasse e nomeasse um novo enviado.

Mas na segunda-feira o Irã pediu uma reunião especial de uma comissão da ONU sobre o impasse, considerando a decisão norte-americana um perigoso precedente que pode prejudicar a diplomacia internacional.

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(Reportagem de Steve Holland)

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