OEA ignora golpe na Bolívia e pede novas eleições

“Diante da crise política e institucional da Bolívia, a Secretaria-Geral da OEA pede pacificação e respeito ao Estado de Direito”, diz um trecho da nota divulgada à imprensa pela organização, sem quqalar condenaão ao golpe de Estado contra o governo de Evo Morales

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247 - A Secretaria-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou nota em que rejeita qualquer “saída inconstitucional” da atual crise política na Bolívia. após o presidente Evo Morales deixar o cargo e denunciar que a oposição promoveu golpe de Estado.

“Diante da crise política e institucional da Bolívia, a Secretaria-Geral da OEA pede pacificação e respeito ao Estado de Direito”, diz um trecho da nota, que solicita “com urgência” que a Assembléia Legislativa da Bolívia se reúna para “garantir o funcionamento institucional” e “nomear novas autoridades eleitorais que garantam um novo processo eleitoral”.

A tensão aumenta no país e o clima nas ruas é de confronto, com registros de ataques contra populares que decidiram sair às ruas contra o golpe. Há diversas denúncias de violações aos direitos humanos, com prisões ilegais, ação de milíciais, por exemplo.

Apesar de não fazer qualquer menção sobre as prisões de lideranças políticas feitas sem qualquer processo de investigação, a OEA defende "que a justiça continue investigando as responsabilidades existentes em relação à prática de crimes relacionados ao processo eleitoral realizado em 20 de outubro, até às últimas consequências”.

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