ONU pede aos EUA que liberem fundos congelados do Afeganistão

Bilhões de dólares foram congelados por Washington desde a ascensão do Talibã ao poder

www.brasil247.com - António Guterres, secretário-geral da ONU
António Guterres, secretário-geral da ONU (Foto: REUTERS/MIKE SEGAR)
Siga o Brasil 247 no Google News

247 - O secretário-geral da Organização das Nações Unidas  (ONU), António Guterres, instou, nesta quinta-feira (13), os Estados Unidos e o Banco Mundial a liberarem as reservas do Afeganistão, que estão bloqueadas desde a ascensão do Talibã ao poder, em agosto do ano passado. 

"Devemos rapidamente injetar liquidez na economia e evitar um colapso que levaria à pobreza, fome e miséria para milhões", disse Guterres a repórteres em Nova York.

Bilhões de dólares foram congelados por Washington. O país atravessa uma forte crise humanitária. Mais da metade da população do país está à beira da crise alimentar.

PUBLICIDADE

Guterres pediu a Washington que assuma a liderança para ajudar o país a evitar um colapso, "porque a maior parte do sistema financeiro mundial funciona em dólares".

Washington apreendeu cerca de US$ 9,5 bilhões em ativos pertencentes ao banco central afegão. O Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial também suspenderam as atividades no Afeganistão, retendo ajuda e US$ 340 milhões em novas reservas emitidas pelo FMI em agosto.

"Temperaturas congelantes e bens congelados são uma combinação letal para o povo do Afeganistão", disse Guterres, em referência ao inverno afegão. (Com informações da France24).

PUBLICIDADE

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista: 

PUBLICIDADE

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Apoie o 247

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

PUBLICIDADE

Cortes 247

PUBLICIDADE
WhatsApp Facebook Twitter Email