ONU: terrorismo matou quase 9 mil iraquianos em 2013

Pelo menos 8.868 pessoas, na grande maioria civis, morreram no Iraque em atos de violência neste ano que passou, o maior número de vítimas desde 2008, segundo a missão de assistência das Nações Unidas no Iraque (Unami)

Iraqi policemen inspect the site of car bomb attack in Baghdad December 16, 2013. A series of suicide bombings and car and roadside bombs across Iraq killed at least 17 people on Monday, medical and police sources said. REUTERS/Ahmed Saad (IRAQ - Tags: CI
Iraqi policemen inspect the site of car bomb attack in Baghdad December 16, 2013. A series of suicide bombings and car and roadside bombs across Iraq killed at least 17 people on Monday, medical and police sources said. REUTERS/Ahmed Saad (IRAQ - Tags: CI (Foto: Gisele Federicce)

Da Agência Lusa

Cairo - Pelo menos 8.868 pessoas, na grande maioria civis, morreram no Iraque em atos de violência em 2013, o maior número de vítimas desde 2008, segundo a missão de assistência das Nações Unidas no Iraque (Unami). Em comunicado, a Organização das Nações Unidas (ONU) informa que das 8.868 vítimas, 7.818 eram civis.

Estão incluídos na lista os 759 mortos em dezembro - 661 civis -, mês que registrou também 1.345 feridos em atos de violência. "São dados tristes e que mostram, mais uma vez, a necessidade das autoridades iraquianas resolverem o problema da violência no país para por um fim a este círculo infernal", disse o representante das ONU no Iraque, Nickolay Mladenov.

A violência tem aumentado acentuadamente desde o dia 21 de julho de 2013, quando mais de 500 membros da organização terrorista Al Qaeda escaparam das prisões de Abu Graib, a oeste de Bagdad, e de Al Tayi, norte da capital, informou o governo iraquiano.

Segundo dados do governo local, o mês de julho foi o que registrou o maior número de mortes desde abril de 2008, com 989 vítimas fatais. A ONU expressou reiteradamente preocupação com o aumento do terrorismo e com a violência religiosa no Iraque, apelando aos dirigentes políticos para que acabem com as suas diferenças e restaurem a segurança objetivando terminar com o derramamento de sangue.

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