Países correm contra o tempo para achar submarino desaparecido

Clima favorável no Atlântico Sul melhorou as perspectivas de encontrar um submarino argentino desaparecido há seis dias em meio a uma busca desesperada por ar e por mar para encontrar seus 44 tripulantes com vida; em meio à operação de contagem regressiva -porque se desconhece quanto tempo pode durar o oxigênio da embarcação caso esta não tenha conseguido renovar o ar-, a Marinha dos EUA enviou dispositivos de resgate e pessoal especializado; operação envolve uma dúzia de aviões e barcos de Argentina, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil e Chile

Clima favorável no Atlântico Sul melhorou as perspectivas de encontrar um submarino argentino desaparecido há seis dias em meio a uma busca desesperada por ar e por mar para encontrar seus 44 tripulantes com vida; em meio à operação de contagem regressiva -porque se desconhece quanto tempo pode durar o oxigênio da embarcação caso esta não tenha conseguido renovar o ar-, a Marinha dos EUA enviou dispositivos de resgate e pessoal especializado; operação envolve uma dúzia de aviões e barcos de Argentina, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil e Chile
Clima favorável no Atlântico Sul melhorou as perspectivas de encontrar um submarino argentino desaparecido há seis dias em meio a uma busca desesperada por ar e por mar para encontrar seus 44 tripulantes com vida; em meio à operação de contagem regressiva -porque se desconhece quanto tempo pode durar o oxigênio da embarcação caso esta não tenha conseguido renovar o ar-, a Marinha dos EUA enviou dispositivos de resgate e pessoal especializado; operação envolve uma dúzia de aviões e barcos de Argentina, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil e Chile (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - O clima favorável no Atlântico Sul melhorou nesta terça-feira as perspectivas de encontrar um submarino argentino desaparecido há seis dias em meio a uma busca desesperada por ar e por mar para encontrar seus 44 tripulantes com vida.

Os meteorologistas esperavam ondas de cerca de 2 metros na área de busca do submarino ARA San Juan no litoral argentino, muito inferiores às de 8 metros registradas no final de semana.

Até agora a operação, que envolve uma dúzia de aviões e barcos de Argentina, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil e Chile, vasculhou cerca de 80 por cento da área na qual se calcula que o submarino poderia estar depois de sofrer um problema elétrico.

"Hoje é um dia chave", disse María Victoria Morales, mãe do tripulante Luis García, um eletricista, no balneário argentino de Mar del Plata, onde está a base naval rumo à qual o submarino se dirigia depois de partir de Ushuaia, a cidade mais austral do mundo.

"Sabemos que são profissionais de primeira, estamos esperançosos", acrescentou ela na base, onde espera junto com as demais famílias.

A busca pelo submarino, que não se sabe se está na superfície ou submerso, desacelerou nos últimos dias devido ao vento forte e a tempestades, por isso agora se espera que a operação será acelerada.

"Confiamos que os barcos designados em cada uma das áreas possam fazer um patrulhamento marítimo eficaz e não estejam contornando o temporal como andaram fazendo nos últimos dias", disse Enrique Balbi, porta-voz da Armada argentina, na noite de segunda-feira.

Em meio à operação de contagem regressiva --porque se desconhece quanto tempo pode durar o oxigênio da embarcação caso esta não tenha conseguido renovar o ar--, a Marinha dos EUA enviou dispositivos de resgate e pessoal especializado.

Também na noite de segunda-feira a Marinha disse que os navios Skandi Patagonia e Sophie Siem, da empresa Total, chegaram a Comodoro Rivadavia, na Patagônia, para trasladar à zona de busca um veículo de resgate operado remotamente, um mini-submarino e um sino de mergulho enviados pelos Estados Unidos.

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