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Papa, Biden e oficiais europeus condenam ameaça nuclear de Putin

Em sua audiência semanal no Vaticano, o Papa Francisco afirmou que "é uma loucura pensar em usar armas nucleares neste momento"

Joe Biden, Papa Francisco e Vladimir Putin (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque | REUTERS/Guglielmo Mangiapane | REUTERS/Yves Herman | Kremlin via REUTERS)

247 - Importantes líderes mundiais condenaram a declaração oficial de Vladimir Putin, presidente da Rússia, veiculada nesta quarta-feira (21), em que anunciou, para a guerra contra a Ucrânia, a primeira mobilização de tropas russas desde a Segunda Guerra Mundial e fez menção ao uso de armas nucleares.

Em sua audiência semanal no Vaticano, o Papa Francisco afirmou que "é uma loucura pensar em usar armas nucleares neste momento", de acordo com o portal G1.

Já Joe Biden, presidente dos EUA, durante seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, alegou que 'ninguém ameaça a Rússia' e que a operação militar na Ucrânia é "uma guerra de um homem só."

Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN, teve discurso mais contundente: "Vamos garantir que não haja mal-entendidos em Moscou sobre exatamente como vamos reagir. Claro que depende do tipo de situação ou de que tipo ou armas eles podem usar. O mais importante é evitar que isso aconteça, e é por isso que estamos sendo muito claros em nossas comunicações com a Rússia sobre as consequências sem precedentes desse ataque". Além disso, ele classificou a fala de Putin como uma "retórica perigosa e imprudente".

Na Europa, o porta-voz da União Europeia avaliou que o presidente da Rússia "está travando uma aposta nuclear muito perigosa". Gillian Keegan, ministra de Relações Exteriores do Reino Unido, mencionou uma "escalada preocupante" na tensão envolvendo os russos. Já o secretário de Defesa britânico e o primeiro-ministro da Alemanha, Olaf Scholz, foram por outro lado, alegando que a postura de Putin demonstra "sinal de fracasso" na Ucrânia.

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