Paquistão sai à caça de autores de atentado

Autoridades paquistanesas fazem operação contra membros de uma facção do Taliban que declarou lealdade ao Estado Islâmico, após o grupo reivindicar responsabilidade por um ataque suicida contra cristãos que deixou ao menos 70 mortos, sendo 29 crianças, no feriado da Páscoa; homem-bomba se explodiu em um parque movimentado na cidade de Lahore, base de poder do premiê Nawaz Shar

Autoridades paquistanesas fazem operação contra membros de uma facção do Taliban que declarou lealdade ao Estado Islâmico, após o grupo reivindicar responsabilidade por um ataque suicida contra cristãos que deixou ao menos 70 mortos, sendo 29 crianças, no feriado da Páscoa; homem-bomba se explodiu em um parque movimentado na cidade de Lahore, base de poder do premiê Nawaz Shar
Autoridades paquistanesas fazem operação contra membros de uma facção do Taliban que declarou lealdade ao Estado Islâmico, após o grupo reivindicar responsabilidade por um ataque suicida contra cristãos que deixou ao menos 70 mortos, sendo 29 crianças, no feriado da Páscoa; homem-bomba se explodiu em um parque movimentado na cidade de Lahore, base de poder do premiê Nawaz Shar (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - Autoridades paquistanesas estavam em busca nesta segunda-feira de membros de uma facção do Taliban que declarou lealdade ao Estado Islâmico, após o grupo reivindicar responsabilidade por um ataque suicida contra cristãos que deixou ao menos 70 mortos.

A brutalidade do ataque de domingo da facção Jamaat-ur-Ahrar, no quinto atentado a bomba do grupo desde dezembro, reflete as tentativas do movimento de aumentar sua importância entre os divididos militantes islâmicos do Paquistão.

Ao menos 29 crianças que aproveitavam o feriado da Páscoa foram mortas quando um homem-bomba se explodiu em um parque movimentado na cidade de Lahore, base de poder do premiê Nawaz Sharif. O Paquistão é um país de maioria muçulmana, mas tem uma população cristão de mais de 2 milhões de pessoas.

O ataque foi o mais mortal no Paquistão desde o massacre de 134 crianças em dezembro de 2014 em uma academia militar na cidade de Peshawar, que gerou uma grande repressão do governo à militância islâmica.

O porta-voz do Exército general Asim Bajwa disse que agências de inteligência, o Exército e forças paramilitares iniciaram diversas operações na área de Punjab após o ataque atrás dos responsáveis pelo atentado.

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