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Pilotos da Fórmula 1, Hamilton e Vettel criticam lei anti-LGBT do governo Orbán, aliado de Bolsonaro

"É inaceitável, covarde e errado por parte de todos que estão no poder propor uma lei assim", disse Lewis Hamilton sobre a lei que proíbe conteúdos midiáticos e escolas sobre diversidade sexual na Hungria, do primeiro-ministro Viktor Orbán, aliado de Jair Bolsonaro. "Todos devem ser livres para fazerem o que querem", afirmou Sebastian Vettel

Pilotos Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, e o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán (Foto: Reuters)

247 - Os pilotos da Fórmula 1 Lewis Hamilton (Mercedes) e Sebastian Vettel (Aston Martin) se pronunciaram contra a lei anti-LGBT do governo da Hungria, comandado pelo primeiro-ministro Viktor Orbán, aliado de Jair Bolsonaro. Neste final de semana a corrida acontece no país europeu. 

Nas redes sociais, Hamilton manifestou apoio "quem está sendo afetado pela lei anti-LGBT criada por este governo". "É inaceitável, covarde e errado por parte de todos que estão no poder propor uma lei assim", disse.

Sebastian Vettel usou um tênis coberto com as cores do arco-íris (veja na postagem ao final da matéria). "Como um governo não consegue ver que todos devem ser livres para fazerem o que querem", criticou o piloto em entrevista à agência de notícias AP.

O parlamento da Hungria aprovou em junho uma lei que associa a comunidade LGBT ao crime de pedofilia, proíbe conteúdos midiáticos e escolas sobre diversidade sexual. 

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, a lei proíbe "disponibilizar a menores de 18 anos pornografia ou representação da sexualidade para seus próprios fins, ou que implique qualquer desvio da identidade do sexo com o qual a pessoa nasceu, ou mudança de gênero e homossexualidade".

A União Europeia avisou o governo de Orbán que irá impor sanções à Hungria se o projeto virar lei.

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