Política neoliberal de Macri deixa 9,5% dos argentinos desempregados

As políticas neoliberais implantadas pelo presidente Maurício Macro na Argentina elevaram o desemprego no país em 0,9% no segundo trimestre deste ano; falta de trabalho atinge 9,6% da população do país e o índice de subocupação é de 11,2%; taxa de desemprego registrada no país entre abril e junho foi 0,5 pontos percentuais maior do que entre janeiro e março

Política neoliberal de Macri deixa 9,5% dos argentinos desempregados
Política neoliberal de Macri deixa 9,5% dos argentinos desempregados (Foto: REUTERS/Agustin Marcarian)

Agência Brasil - O desemprego na Argentina cresceu 0,9% no segundo trimestre deste ano e agora atinge 9,6% da população do país, segundo informações divulgadas hoje (20) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). A taxa de desemprego registrada no país entre abril e junho foi 0,5 pontos percentuais maior do que entre janeiro e março.

Segundo o Indec, o índice de subocupação é de 11,2%. Além disso, 16% dos argentinos empregados buscou outro emprego no período. Além disso, o relatório mostra que o desemprego é maior entre jovens de 14 a 29 anos. Entre as mulheres, a taxa chega a 21,5%. Já entre os homens, o índice é de 17,3%.

Ontem, o Indec informou que o Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina registrou uma queda de 4,2% no segundo trimestre, interrompendo assim uma sequência de cinco trimestres de alta. O país vive desde abril uma grande crise cambial e ainda foi afetado por uma forte seca que prejudicou o setor agropecuário, um dos motores econômicos do país.

Ainda assim, a taxa é bem mais baixa que a registrada no segundo trimestre de 2002, de 24,1%, a mais alta da história do país, em um momento que a Argentina vivia uma grande crise econômica, política e social.

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