População dos EUA confia mais em James Comey do que em Trump

Um total de 46% dos cidadãos dos EUA acredita que o ex-diretor do FBI James Comey (foto) é mais honesto e confiável que o próprio presidente Donald Trump, informou uma pesquisa; o levantamento foi realizado pela YouGov e indicou que 26% dos estadunidenses consideram Trump como confiável, enquanto 28% o consideram não confiável; a pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de junho e envolveu mil entrevistados

Um total de 46% dos cidadãos dos EUA acredita que o ex-diretor do FBI James Comey (foto) é mais honesto e confiável que o próprio presidente Donald Trump, informou uma pesquisa; o levantamento foi realizado pela YouGov e indicou que 26% dos estadunidenses consideram Trump como confiável, enquanto 28% o consideram não confiável; a pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de junho e envolveu mil entrevistados
Um total de 46% dos cidadãos dos EUA acredita que o ex-diretor do FBI James Comey (foto) é mais honesto e confiável que o próprio presidente Donald Trump, informou uma pesquisa; o levantamento foi realizado pela YouGov e indicou que 26% dos estadunidenses consideram Trump como confiável, enquanto 28% o consideram não confiável; a pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de junho e envolveu mil entrevistados (Foto: Romulo Faro)

Sputnik

Um total de 46% dos cidadãos dos EUA acredita que o ex-diretor do FBI James Comey é mais honesto e confiável que o próprio presidente Donald Trump, informou uma pesquisa.

O levantamento foi realizado pela YouGov e indicou que 26% dos estadunidenses consideram Trump como confiável, enquanto 28% o consideram não confiável.

A pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de junho e envolveu mil entrevistados.

A consulta foi realizada logo após o depoimento de Comey no Senado. Foi sua primeira aparição pública desde que foi repentinamente demitido, em maio. Durante seu testemunho, Comey explicou que fez registros de suas reuniões com o presidente dos EUA porque estava com medo de que Trump pudesse "mentir" a respeito. No entanto, ele disse que Trump não o ordenou diretamente para interromper a investigação sobre o antigo assessor de segurança nacional, Michael Flynn, e suas ligações com a Rússia.

Marc Kasowitz, advogado particular de Trump também presente na sessão, indicou que uma investigação pode ser necessária para esclarecer se o vazamento de informações para imprensa — atitude que Comey admitiu ter feito por meio de um amigo — pode ser considerado um crime.
Em maio, o presidente demitiu Comey alegando uma suposta incompetência e incapacidade de liderar. No entanto, a oposição afirma que sua demissão está relacionada a investigação de uma suposta ligação entre o republicano e a Rússia.

No Senado, Comey disse que a investigação sobre os laços entre Trump e a Rússia foi o motivo de sua demissão.

A Rússia negou repetidamente as acusações de ter interferido no processo político dos EUA. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que Moscou não teve contatos oficiais com a equipe de Trump durante a campanha presidencial.

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