Presidente do Conselho Europeu descarta acordo com Mercosul enquanto queimadas continuarem na Amazônia

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, órgão dirigente da União Europeia, disse que o bloco não vai ratificar o acordo com o Mercosul enquanto a davastação da Amazônia prosseguir por irresponsabilidade de Jair Bolsonaro.

(Foto: Reuters)

247 - O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, órgão dirigente da União Europeia, disse que o bloco não vai ratificar o acordo com o Mercosul enquanto a davastação da Amazônia prosseguir por irresponsabilidade de Jair Bolsonaro. Ele criticou a gestão ambiental do governo brasileiro. 

As afirmações foram feitas no quadro da realização da reunião do G7, iniciada neste sábado (24) em Biuarritz, França.  

Tusk disse em entrevista coletiva antes do encontro que as queimadas são um "sinal deprimente dos nossos tempos".   

"Apoiamos o acordo UE-Mercosul, que também implica a proteção do clima, mas é difícil imaginar uma ratificação harmoniosa pelos países europeus enquanto o presidente brasileiro permite a destruição dos espaços verdes do planeta", afirmou Tusk.   

A reunião de países ricos, que pôs na ordem do dia o tema da devastação da Amazônia, isola ainda mais as posições de Bolsonaro, evidenciando os prejuízos que sua política de descaso com o meio ambiente acarreta ao Brasil.    

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que o G7 trabalhará para mobilizar seus integrantes na luta contra o incêndio na Amazônia e para investir no reflorestamento.        

As queimadas na Amazônia, a Rússia e a economia global são os temas  debatidos no G7, cúpula de potências econômicas, que vai até segunda-feira (26) em Biarritz, no sudoeste da França. 

As informações são do G1

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