Primeira morte em Londres é confirmada

Polcia confirma a morte de um manifestante de 26 anos, baleado em um automvel durante os tumultos; confira o relato, direto de Londres, de Diego Iraheta

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Diego Iraheta - A Scotland Yard confirmou a primeira morte provocada pelos ataques de rebeldes iniciados no fim de semana. Um homem de 26 anos foi baleado dentro do carro ontem à noite, em Croydon, no sul da capital. Por ora, não há mais detalhes sobre a vítima. Em resposta à onda de violência que se espalhou pelo Reino Unido, o gabinete de crise esteve reunido durante esta manhã em Downing Street. O premiê britânico, David Cameron, endureceu o discurso e determinou o reforço de mais dez mil policiais para patrulhar as seis cidades atingidas pelos baderneiros. No total, 16 mil agentes estarão nas ruas, até o fim do dia, para inibir saques e incêndios criminosos.

O plano do comitê segue a lógica de que, durante a noite, pipocam os atos de violência por aqui. "Vocês vão sentir a força total da lei. Se vocês têm idade suficiente para cometer esses crimes, vocês têm idade suficiente para encarar as punições", bradou Cameron, em mensagem dirigida aos vândalos. A Polícia Metropolitana já anunciou que vai usar balas de plástico não-letais para deter os grupos de rebeldes. Mais de 500 pessoas já foram presas desde sábado.

Além do primeiro-ministro e do prefeito Boris Johnson, que interromperam as férias de verão para cuidar "da casa", os parlamentares britânicos foram convocados para sessão extraordinária na quinta-feira. Eles também vão discutir como o Legislativo pode atuar nos casos de violência gratuita no Reino Unido.

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