Reconstrução: Síria se une à Nova Rota da Seda da China

A admissão da Síria na iniciativa revive o antigo papel do país na antiga Rota da Seda

www.brasil247.com - Fadi Khalil, Feng Biao
Fadi Khalil, Feng Biao (Foto: Divulgação)
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Xinhua - A Síria se juntou na quarta-feira (13) à Iniciativa do Cinturão e Rota da China (BRI), que ajudará o país a abrir amplos horizontes de cooperação com a China e outros países.

A cerimônia de admissão da Síria na iniciativa ocorreu na Comissão de Planejamento e Cooperação Internacional na capital Damasco e contou com a presença de Fadi Khalil, chefe da comissão, e Feng Biao, embaixador da China na Síria, durante a qual ambas as partes assinaram um memorando de Entendimento (MoU) sobre a adesão ao BRI.

Khalil disse que a admissão da Síria na iniciativa revive o antigo papel do país na antiga Rota da Seda e ajudará a impulsionar a cooperação bilateral com a China, assim como cooperação multilateral com outros países.

Ele observou que a Síria foi um dos principais países da antiga Rota da Seda, particularmente as cidades de Aleppo e Palmyra.

Ele destacou que a assinatura da admissão da Síria na iniciativa reflete uma antiga e longa história de amizade e cooperação entre os dois países.

Por seu lado, Feng disse que a cooperação entre os dois países fornece a maior contribuição para a reconstrução econômica e desenvolvimento social na Síria e também aumenta a harmonização entre a BRI e a estratégia para o leste proposta pela Síria.

O embaixador destacou que a iniciativa vai ao encontro do forte desejo dos países do mundo de ampla participação econômica, lembrando que a iniciativa se tornou a maior plataforma de cooperação internacional do mundo.

O BRI, proposto pela China em 2013, compreende o Cinturão Econômico da Rota da Seda e a Rota da Seda Marítima do Século XXI, com o objetivo de construir uma rede de comércio, investimento e infraestrutura conectando a Ásia com outras partes do mundo ao longo das antigas rotas comerciais da Rota da Seda e além.

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