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Relatório do Ministério das Relações Exteriores da China diz que EUA são o país mais belicoso da história mundial

Os EUA colocam sua lei interna acima da lei internacional e adotam uma abordagem seletiva das regras internacionais, diz documento da chancelaria chinesa

Relatório do Ministério das Relações Exteriores da China diz que EUA são o país mais belicoso da história mundial (Foto: Reuters)

Rádio Internacional da China - O Ministério das Relações Exteriores da China divulgou hoje (20) em seu site oficial o Relatório sobre o Estado da Democracia nos Estados Unidos em 2022.

A publicação revelou a realidade da democracia norte-americana com uma grande quantidade de fatos. No ano passado, os EUA caíram num círculo vicioso no qual a democracia perdeu a fidelidade, a política perdeu a função e a sociedade perdeu a harmonia.

Mesmo assim, o relatório aponta que Washington continuou dando aulas de democracia para outros países e produziram mentiras para dividir o mundo entre democráticos e não democráticos, além de preparar a segunda Cúpula da Democracia com o fim de promover sua hegemonia.

O relatório indica que os EUA estão politizando e instrumentalizando a democracia. As civilizações são diversificadas, por isso, a democracia também deve ser diferente. Não existe um modelo político que é aplicável em todos os países. Os EUA têm a democracia norte-americana, e a China tem a democracia chinesa. Cada país deve adotar a democracia que corresponde a sua realidade.

Confira o texto integral em inglês do relatório no link: https://www.mfa.gov.cn/eng/wjbxw/202303/t20230320_11044481.html

247 - A Guerra da Coreia, a Guerra do Vietnã, a guerra no Afeganistão e a guerra no Iraque, que causaram sérias baixas civis e danos materiais, assim como enormes desastres humanitários, também são mencionados no documento.

Nos mais de 240 anos desde a fundação, os EUA não travaram guerras em apenas 16 anos, os EUA podem ser firmemente chamados de o país mais beligerante da história mundial."

O relatório diz que, desde 2001, as guerras e operações militares lançadas por Washington em nome do contraterrorismo mataram mais de 900 mil pessoas, feriram milhões e forçaram dezenas de milhões a fugir de suas casas.