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Rubens Barbosa: nos EUA, Dilma pode passar mensagem de retomada

Segundo o presidente do Conselho Empresarial Brasil-EUA, Rubens Barbosa, a confirmada a visita de Dilma Rousseff a Washington para fins de junho é uma oportunidade para a retomada da relação econômico-comercial com os EUA; “Nessa área, a presidente Dilma poderia reafirmar seu comprometimento com o plano de ajuste econômico em curso e, assim, dar um forte sinal do compromisso de seu governo de retomar as bases para o crescimento da economia brasileira”

Segundo o presidente do Conselho Empresarial Brasil-EUA, Rubens Barbosa, a confirmada a visita de Dilma Rousseff a Washington para fins de junho é uma oportunidade para a retomada da relação econômico-comercial com os EUA; “Nessa área, a presidente Dilma poderia reafirmar seu comprometimento com o plano de ajuste econômico em curso e, assim, dar um forte sinal do compromisso de seu governo de retomar as bases para o crescimento da economia brasileira” (Foto: Roberta Namour)

247 – Após o caso de espionagem que estremeceu as relações do governo Dilma Rousseff com o de Barack Obama, o Brasil poderá retomar em junho uma agenda econômico-comercial com os Estados Unidos importante para o período de ajuste político.

É o que afirma Rubens Barbosa, presidente do Conselho Empresarial Brasil-EUA, Rubens Barbosa: “Nessa área, a presidente Dilma poderia reafirmar seu comprometimento com o plano de ajuste econômico em curso e, assim, dar um forte sinal do compromisso de seu governo de retomar as bases para o crescimento da economia brasileira”.

Em artigo, ele diz ainda que, ‘apesar das dificuldades por que passa o País no momento, seria importante que durante a visita aos Estados Unidos o governo Dilma mencionasse o interesse do Brasil em ser tratado de maneira diferenciada pelo governo de Washington’.

“Pensando a médio e a longo prazos, seria de interesse do setor privado dos dois países se o Brasil passasse a receber o mesmo tratamento da Coreia do Sul, da Índia e da Turquia para possibilitar às empresas brasileiras e norte-americanas o acesso a tecnologias sensíveis na cooperação bilateral” (leia mais).