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Scioli: Brasil e Uruguai enfrentaram 'reclamação da direita'

Durante entrevista a jornalistas nesta segunda-feira, 26, o candidato do governo à Presidência da Argentina, Daniel Scioli, mencionou a oposição ao governo brasileiro, ao pedir cautela aos que pedem "mudança" em relação ao governo de Cristina Kirchner; Scioli disse que o que está acontecendo na Argentina, já ocorreu recentemente no Brasil e no Uruguai. "Nesses países, os governos nacionais-populares enfrentaram nas últimas eleições a uma reclamação da direita. É preciso refletir e discutir essa reclamação"; candidato vai disputar segundo com prefeito de Bueno Aires, Maurício Macri

Durante entrevista a jornalistas nesta segunda-feira, 26, o candidato do governo à Presidência da Argentina, Daniel Scioli, mencionou a oposição ao governo brasileiro, ao pedir cautela aos que pedem "mudança" em relação ao governo de Cristina Kirchner; Scioli disse que o que está acontecendo na Argentina, já ocorreu recentemente no Brasil e no Uruguai. "Nesses países, os governos nacionais-populares enfrentaram nas últimas eleições a uma reclamação da direita. É preciso refletir e discutir essa reclamação"; candidato vai disputar segundo com prefeito de Bueno Aires, Maurício Macri (Foto: Aquiles Lins)

247 - Durante entrevista a jornalistas nesta segunda-feira, 26, o candidato do governo à Presidência da Argentina, Daniel Scioli, mencionou a oposição ao governo brasileiro, ao pedir cautela aos que pedem "mudança" em relação ao governo de Cristina Kirchner.

Scioli disse que o que está acontecendo na Argentina, já ocorreu recentemente no Brasil e no Uruguai. "Nesses países, os governos nacionais-populares enfrentaram nas últimas eleições a uma reclamação da direita. É preciso refletir e discutir essa reclamação."

Favorito para vencer as eleições presidenciais argentinas no primeiro, Scioli vai dipsutar o segundo turno com o atual prefeito de Bueno Aires, Maurício Macri. "A palavra "mudança" pode parecer sedutora, mas temos de debater que tipo de mudança essa direita está querendo. Precisamos cuidar das coisas que conquistamos, cuidar do trabalho e da indústria e da soberania energética", afirmou.