Sem-teto cresceram 86% em Nova York

Símbolo do desenvolvimento econômico dos Estados Unidos, a cidade de Nova York viu o número de indigentes aumentar 86% nos últimos 10 anos; até o início desta semana, 57.838 pessoas dormiram nos abrigos públicos; segundo o Instituto de Política Fiscal americano, entre 2009 e 2012, a renda do 1% da população mais rica do Estado aumentou 32%, enquanto os 99% restantes mal viram seus salários subirem 1%

Símbolo do desenvolvimento econômico dos Estados Unidos, a cidade de Nova York viu o número de indigentes aumentar 86% nos últimos 10 anos; até o início desta semana, 57.838 pessoas dormiram nos abrigos públicos; segundo o Instituto de Política Fiscal americano, entre 2009 e 2012, a renda do 1% da população mais rica do Estado aumentou 32%, enquanto os 99% restantes mal viram seus salários subirem 1%
Símbolo do desenvolvimento econômico dos Estados Unidos, a cidade de Nova York viu o número de indigentes aumentar 86% nos últimos 10 anos; até o início desta semana, 57.838 pessoas dormiram nos abrigos públicos; segundo o Instituto de Política Fiscal americano, entre 2009 e 2012, a renda do 1% da população mais rica do Estado aumentou 32%, enquanto os 99% restantes mal viram seus salários subirem 1% (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Reportagem do jornal espanhol El País deste domingo, 3, mostra que o número de indigentes na cidade de Nova York aumentou 86% nos últimos 10 anos. Na última terça-feira, 57.838 pessoas dormiram nos abrigos públicos – quase metade delas eram crianças. Só mesmo na Grande Depressão se viu níveis parecidos, segundo a ONG Coalition for the Homeless ("Coalizão para os Sem-Teto", em tradução literal).

Em outubro de 2009, o aluguel de um apartamento de dois quartos custava em média 2.399 dólares por mês. No mesmo mês de 2015, o valor já chegava aos 4.058 dólares mensais, de acordo com o banco de dados imobiliários Rainmaker Insights.

Os salários não acompanharam. Se o faturamento dos negócios no Estado de Nova York subiu 61% entre 2001 e 2013, a renda dos trabalhadores cresceu metade disso e é insuficiente para cobrir a inflação, segundo o Instituto de Política Fiscal. Entre 2009 e 2012, a renda do 1% da população mais rica do Estado aumentou 32%, enquanto os 99% restantes mal viram seus salários subirem 1%.

Leia aqui a reportagem. 

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