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Senadores do EUA aceitam avaliar restrições à venda de armas

Senadores norte-americanos sinalizaram uma nova disposição de considerar restrições na venda de armas após o massacre em uma boate em Orlando; Senado dos EUA iniciou discussões sobre legislação para banir a venda de armas a centenas de milhares de pessoas em listas de vigilância após um atirador que esteve numa lista dessas ter matado 49 pessoas em uma boate gay em Orlando no último domingo

Senadores norte-americanos sinalizaram uma nova disposição de considerar restrições na venda de armas após o massacre em uma boate em Orlando; Senado dos EUA iniciou discussões sobre legislação para banir a venda de armas a centenas de milhares de pessoas em listas de vigilância após um atirador que esteve numa lista dessas ter matado 49 pessoas em uma boate gay em Orlando no último domingo (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - Senadores norte-americanos sinalizaram na quarta-feira uma nova disposição de considerar restrições na venda de armas após o massacre em uma boate em Orlando, com o provável candidato presidencial republicano, Donald Trump, e outros em seu partido prontos para discutir medidas de controle de armas.

Com o lobby de armas do Partido Republicano e da Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês) sob pressão para responder ao pior massacre a tiros na história moderna dos Estados Unidos, Trump disse que irá se encontrar com a NRA para discutir maneiras de bloquear a compra de armas por pessoas em listas de vigilância de terrorismo ou de exclusão aérea.

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O Senado dos EUA iniciou discussões sobre legislação para banir a venda de armas a centenas de milhares de pessoas em listas de vigilância após um atirador que esteve numa lista dessas ter matado 49 pessoas em uma boate gay em Orlando no último domingo.

Mas após um dia cheio de discussões, o líder democrata no Senado, Harry Reid, disse que negociações "eram pouco mais que uma cortina de fumaça dos republicanos, que tentavam se dar cobertura política enquanto continuam a marchar no mesmo ritmo das posições extremas da NRA".

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Reid disse que não houve propostas republicanas "que chegassem perto de atrair o apoio democrata".

Antes disso, o líder republicano no Senado, Mitch McConnell, havia pedido que senadores oferecessem ideias sobre como prevenir outro ataque como o de Orlando.

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