Sobe para 5 número de mortos em votação da Constituinte na Venezuela

Um homem de 43 anos morreu neste domingo baleado na cabeça em uma manifestação no estado de Lara, o que eleva para cinco o número de mortos durante os protestos contra a votação da Assembleia Nacional Constituinte na Venezuela; Ministério Público (MP) informou via Twitter a morte de Luis Zambrano, que "recebeu um disparo na cabeça durante uma manifestação na rua 54 com Pedro León Torres, de Barquisimeto" e adiantou que já iniciou a investigação do incidente

Um homem de 43 anos morreu neste domingo baleado na cabeça em uma manifestação no estado de Lara, o que eleva para cinco o número de mortos durante os protestos contra a votação da Assembleia Nacional Constituinte na Venezuela; Ministério Público (MP) informou via Twitter a morte de Luis Zambrano, que "recebeu um disparo na cabeça durante uma manifestação na rua 54 com Pedro León Torres, de Barquisimeto" e adiantou que já iniciou a investigação do incidente
Um homem de 43 anos morreu neste domingo baleado na cabeça em uma manifestação no estado de Lara, o que eleva para cinco o número de mortos durante os protestos contra a votação da Assembleia Nacional Constituinte na Venezuela; Ministério Público (MP) informou via Twitter a morte de Luis Zambrano, que "recebeu um disparo na cabeça durante uma manifestação na rua 54 com Pedro León Torres, de Barquisimeto" e adiantou que já iniciou a investigação do incidente (Foto: Aquiles Lins)
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Agência EFE - Um homem de 43 anos morreu neste domingo baleado na cabeça em uma manifestação no estado de Lara, o que eleva para cinco o número de mortos durante os protestos contra a votação da Assembleia Nacional Constituinte na Venezuela.

O Ministério Público (MP) informou via Twitter a morte de Luis Zambrano, que "recebeu um disparo na cabeça durante uma manifestação na rua 54 com Pedro León Torres, de Barquisimeto" e adiantou que já iniciou a investigação do incidente.

A Venezuela realiza neste domingo as eleições da Constituinte, um processo do qual só participa parte do chavismo e que tem a rejeição da oposição, da Igreja Católica e vários países do mundo.

Em paralelo, a oposição se manifesta nas ruas contra a votação, que qualifica de fraudulenta, o que gerou enfrentamentos entre os manifestantes e as forças de ordem pública.

No total, segundo números da Procuradoria venezuelana, 114 pessoas morreram desde o início da onda de protestos no país, em abril.

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