Texas processa Pfizer por supostamente exagerar benefícios da vacina contra Covid e censurar críticos

A farmacêutica disse que as suas declarações sobre a vacina foram “precisas e baseadas na ciência”

Vacina-Pfizer-Covid
Vacina-Pfizer-Covid (Foto: REUTERS/Dado Ruvic)


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247 - O procurador-geral do estado americano do Texas, Ken Paxton, processou a farmacêutca Pfizer por supostamente ter exagerado a eficácia de sua vacina contra a Covid-19, enganando o público durante a pandemia, informou o Texas Tribune

Paxton, que é do partido Republicano, acusou a Pfizer de se envolver em atos e práticas enganosas, em violação da Lei de Práticas Comerciais Enganosas do Texas, de acordo com um comunicado de imprensa compartilhado na rede social X. 

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Ele argumentou que as alegações da Pfizer sobre a eficácia de seu imunizante sugeriam que ele acabaria efetivamente com a pandemia de de Covid-19, o que não ocorreu. 

O processo também afirma que a Pfizer conspirou para silenciar aqueles que criticaram a vacina. 

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A Pfizer disse em comunicado que as suas declarações sobre a vacina foram “precisas e baseadas na ciência” e que acreditava que o processo de Paxton não tinha mérito.

A Pfizer também disse que sua vacina “demonstrou um perfil de segurança favorável em todas as faixas etárias e ajudou a proteger contra resultados graves de Covid-19, incluindo hospitalização e morte”. 

Vários do ex-presidente Donald Trump elogiaram Paxton por encaminhar o processo, assinalou a revista NewsWeek.

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