Trump agora diz que Ucrânia ajudou Hillary Clinton

Em mensagens publicadas no Twitter no início da manhã, Trump citou "esforços ucranianos para sabotar a campanha Trump - trabalhando silenciosamente para ajudar Clinton"

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante coletiva de imprensa em Paris 13/07/2017 REUTERS/Kevin Lamarque
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante coletiva de imprensa em Paris 13/07/2017 REUTERS/Kevin Lamarque (Foto: Leonardo Attuch)
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WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuou nesta terça-feira os ataques à investigação a respeito da suposta interferência russa na eleição presidencial do ano passado nos EUA, criticando o secretário de Justiça norte-americano, Jeff Sessions, por não investigar sua adversária na corrida presidencial e citando, sem apresentar provas, um suposto papel da Ucrânia.

Em mensagens publicadas no Twitter no início da manhã, Trump disse que Sessions, que também ocupa o posto de procurador-geral, "tomou uma posição muito fraca" com relação à candidata democrata Hillary Clinton, e citou "esforços ucranianos para sabotar a campanha Trump - trabalhando silenciosamente para ajudar Clinton".

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