Trump nega interferência russa na eleição e defende Assange

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, aumentou o nível das críticas contra agências de inteligência do país; em mensagens no Twitter, o republicano defendeu a declaração do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, de que sua equipe não teria recebido de russos informações roubadas dos e-mails do Partido Democrata durante a campanha presidencial do ano passado

Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, durante discurso em Manhattan. 09/11/2016 REUTERS/Mike Segar
Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, durante discurso em Manhattan. 09/11/2016 REUTERS/Mike Segar (Foto: José Barbacena)

247 - O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, aumentou o nível das críticas contra agências de inteligência do país. Em mensagens no Twitter, o republicano defendeu a declaração do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, de que sua equipe não teria recebido de russos informações roubadas dos e-mails do Partido Democrata durante a campanha presidencial do ano passado.

Trump observou que Assange "disse que os russos não lhe deram informações", referindo-se aos e-mails roubados do Comitê Nacional Democrata e a John Podesta, um alto assessor de Hillary Clinton.

As provocações de Trump aumentaram a pressão sobre as autoridades de inteligência para que ofereçam evidências decisivas de que Moscou teria interferido no processo eleitoral americano. Um relatório completo encomendado pelo presidente Barack Obama deve ser finalizado até o fim desta semana, quando oficiais de inteligência se encontrarem em Nova York para informam Trump sobre o que foi descoberto. O governo Obama também planeja fazer um versão pública do documento antes de deixar a Casa Branca no próximo dia 20.

 

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