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Ucrânia diz que mais de 20 mil mercenários estrangeiros querem lutar contra tropas russas

Anúncio foi feito pelo ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmitry Kuleba

ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba (Foto: Reuters)

Sputnik – Quase 20.000 mercenários estrangeiros estão buscando lutar ao lado das fileiras de militares ucranianos contra a Rússia, informou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmitry Kuleba.

Em uma campanha crescente por combatentes estrangeiros para o que classifica como a "defesa da pátria", o governo ucraniano anunciou, neste domingo (6), a abertura de um site para atrair mercenários ao país.

Na última sexta-feira (4), o Serviço de Inteligência Externa da Rússia alertou em um comunicado que "os serviços de inteligência dos EUA e do Reino Unido transformaram, nas últimas semanas, o território polonês em um 'centro logístico' para fornecer armas e contrabandear combatentes" à Ucrânia – incluindo membros do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países), vindos da Síria supostamente treinados na base militar de Al-Tanf.

Ainda não está claro quantos forasteiros já entraram no país, mas o deslocamento estaria sendo facilitado pela suspensão da exigência de visto na Ucrânia para combatentes estrangeiros.

De acordo com o jornal britânico The Times, a oferta para lutar com ucranianos seria de quase 60.000 dólares (R$ 304 mil, aproximadamente) por mês.

Neste domingo (6), o secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, afirmou, em entrevista à CNN, que os EUA têm apoiado a Polônia fornecendo caças e aviões "que os ucranianos poderiam usar".

Recentemente, o Ministério das Relações Exteriores da Polônia negou a possibilidade de enviar caças à Ucrânia e afirmou que não permitirá que os países vizinhos usem seus aeroportos.

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