Uso do dólar nas relações comerciais entre Rússia e China atinge mínimo histórico

O uso da moeda norte-americana nas transações comerciais entre Rússia e China caiu 5% no primeiro trimestre de 2020 e atingiu seu mínimo histórico

Depois de ter caído nas duas últimas sessões, a moeda norte-americana teve forte alta nesta terça-feira 11, encerrando o dia vendido a R$ 3,498, com alta de R$ 0,055 (1,59%); cotação foi influenciada pelo cenário externo: o Banco Central da China anunciou hoje a desvalorização do yuan em quase 2% em relação ao dólar norte-americano
Depois de ter caído nas duas últimas sessões, a moeda norte-americana teve forte alta nesta terça-feira 11, encerrando o dia vendido a R$ 3,498, com alta de R$ 0,055 (1,59%); cotação foi influenciada pelo cenário externo: o Banco Central da China anunciou hoje a desvalorização do yuan em quase 2% em relação ao dólar norte-americano (Foto: Gisele Federicce)
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Sputnik - Há cinco anos, em 2015, cerca de 90% dos acordos comerciais entre as duas nações eram em dólares. No entanto, a presença da moeda norte-americana começou a diminuir a partir do ano seguinte. No final de 2016, o uso do dólar no comércio entre Moscou e Pequim era de 80%.

Nos anos seguintes, a moeda dos EUA perdeu entre 3% e 4% de participação por ano nas negociações entre os países. Em 2019, com o início da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, o uso do dólar diminuiu significativamente e caiu para 51%.

Em 2020, a moeda dos EUA continuou a perder espaço nas transações russas e chinesas. No primeiro trimestre do ano, caiu para 46%. Foi a primeira vez que o dólar foi usado em menos da metade das negociações entre as duas nações, detalhou o jornal russo Izvestia.

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O dólar foi substituído pelo euro e pelo yuan. O uso da moeda europeia nas relações comerciais sino-russas aumentou 8% em relação ao mesmo período do ano passado e atingiu 30%. Enquanto isso, o yuan foi usado em mais de 17% das operações. Para ambas as moedas, este é um recorde histórico. O uso do rublo permaneceu no nível médio de 7% nos últimos três anos.

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