Venezuela segue na busca da paz, democracia e estabilidade econômica, diz chanceler

O chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, afirmou que seu país continuará construindo a paz e a estabilidade econômica, depois das novas sanções estabelecidas na terça-feira (25) pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês), do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, contra funcionários do governo venezuelano

Venezuela segue na busca da paz, democracia e estabilidade econômica, diz chanceler
Venezuela segue na busca da paz, democracia e estabilidade econômica, diz chanceler

247, com AVN - O chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, afirmou que seu país continuará construindo a paz e a estabilidade econômica, depois das novas sanções estabelecidas na terça-feira (25) pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês), do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, contra funcionários do governo venezuelano.

Em declarações feitas na Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, Arreaza detalhou que a Venezuela denunciará estas sanções que "estão fora do direito internacional" e obedecem à Doutrina Monroe. Na opinião do chanceler, a política estadunidense agride os países da região latino-americana e caribenha.

Arreaza também rechaçou as declarações intervencionistas do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a Venezuela feitas durante seu pronunciamento no 73º período de sessões da ONU na terça-feira.

"É uma agressão contra a Venezuela mas também contra os 34 países latino-americanos e caribenhos", disse Arreaza.

O chanceler venezuelano criticou o menosprezo do presidente estadunidense aos organizmos internacionais, como a ONU, afirmando que os EUA não aceitam o sistema multilateral, creem no unilateralismo como se fossem os donos do mundo.

Diante disso, afirmou que a ONU deve ser mais contundente em face de qualquer governo que violente os princípios da Carta Democrática e que promovam o unilateralismo como método de ataque ideológico aos povos.

Arreaza acrescentou que apesar das agressões no discurso de Trump e das sanções emitidas por seu governo, a Venezuela continuará construindo sua paz e estabilidade econômica, porque "somos um país democrático que toma suas próprias decisões em conjunto com o povo".

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