2014: só Marina e Barbosa causariam segundo turno

Nos próximos dias, aumentará o assédio para que Joaquim Barbosa renuncie à toga e assuma uma candidatura política, assim como a pressão para que Marina Silva seja candidata do PSB, no lugar de Eduardo Campos; segundo o Datafolha, só a presença dos dois no jogo provocaria um segundo turno contra a presidente Dilma Rousseff; Dilma teria 40%, contra 17% de Marina Silva, 14% de Joaquim Barbosa e 12% de Aécio Neves; somados, os adversários alcançariam 43%; cenário, no entanto, é improvável; Barbosa declarou, em nota, que não disputará a presidência

Nos próximos dias, aumentará o assédio para que Joaquim Barbosa renuncie à toga e assuma uma candidatura política, assim como a pressão para que Marina Silva seja candidata do PSB, no lugar de Eduardo Campos; segundo o Datafolha, só a presença dos dois no jogo provocaria um segundo turno contra a presidente Dilma Rousseff; Dilma teria 40%, contra 17% de Marina Silva, 14% de Joaquim Barbosa e 12% de Aécio Neves; somados, os adversários alcançariam 43%; cenário, no entanto, é improvável; Barbosa declarou, em nota, que não disputará a presidência
Nos próximos dias, aumentará o assédio para que Joaquim Barbosa renuncie à toga e assuma uma candidatura política, assim como a pressão para que Marina Silva seja candidata do PSB, no lugar de Eduardo Campos; segundo o Datafolha, só a presença dos dois no jogo provocaria um segundo turno contra a presidente Dilma Rousseff; Dilma teria 40%, contra 17% de Marina Silva, 14% de Joaquim Barbosa e 12% de Aécio Neves; somados, os adversários alcançariam 43%; cenário, no entanto, é improvável; Barbosa declarou, em nota, que não disputará a presidência (Foto: Leonardo Attuch)
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247 - Um único cenário, entre todos os pesquisados pelo Datafolha, provocaria segundo turno nas eleições presidenciais de 2014. Para que isso ocorra, Marina Silva teria que assumir o lugar de Eduardo Campos, no PSB, e Joaquim Barbosa deveria também se lançar à presidência da República, renunciando à toga após sua provável derrota no embate dos embargos infringentes no Supremo Tribunal Federal.

Neste cenário, a presidente Dilma Rousseff tem 40% das intenções de voto, contra 17% de Marina Silva, 14% de Joaquim Barbosa e 12% de Aécio Neves. Somados, os adversários chegariam a 43%, três pontos acima da presidente. Seria ainda uma situação de empate técnico, mas a única capaz de produzir um segundo turno.

Esta disputa, no entanto, é muito improvável. Na semana passada, em nota, Joaquim Barbosa assegurou que não será candidato à presidência da República, embora tenha deixado a porta aberta para uma eventual candidatura a outro cargo. Além disso, nos próximos dias, Marina Silva deve ser anunciada como vice na chapa de Eduardo Campos.

No cenário mais provável, Dilma vence com extrema facilidade. Teria 47% das intenções de voto, contra 17% de Aécio Neves e 12% de Eduardo Campos.

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