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A 4 meses das eleições, Temer libera R$ 3,3 bi em emendas parlamentares

Governo do presidente interino Michel Temer pretende liberar emendas até o teto máximo de R$ 3,3 bilhões, em no máximo 12 dias, que correspondem a 60% das emendas individuais dos 513 deputados federais; medida faz parte de esforço para acalmar a base aliada e é aguardada ansiosamente pelo políticos, já que as emendas deverão ser utilizadas, majoritariamente, nas bases eleitorais às vésperas das eleições municipais

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Governo do presidente interino Michel Temer pretende liberar emendas até o teto máximo de R$ 3,3 bilhões, em no máximo 12 dias, que correspondem a 60% das emendas individuais dos 513 deputados federais; medida faz parte de esforço para acalmar a base aliada e é aguardada ansiosamente pelo políticos, já que as emendas deverão ser utilizadas, majoritariamente, nas bases eleitorais às vésperas das eleições municipais (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Após afagar os governadores no tocante ao alongamento das dívidas estaduais, o presidente interino Michel temer prepara um novo pacote de bondades, desta vez para acalmar os integrantes da base aliada em pleno ano eleitoral.

Agora, o governo Temer pretende liberar emendas até o teto máximo de R$ 3,3 bilhões em no máximo 12 dias, que correspondem a 60% das emendas individuais dos 513 deputados federais . De acordo com o contingenciamento definido no Orçamento Geral da União (OGU) no início deste ano, deputados e senadores possuem uma cota de até R$ 11 milhões para gastar com emendas parlamentares.

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O valor é aguardado ansiosamente pelo políticos, já que as emendas deverão ser utilizadas, majoritariamente, nas bases eleitorais dos parlamentares e uma vez que o financiamento privado de campanha está suspenso. A pressa é grande, já que a legislação eleitoral impede a liberação de verbas para obras e serviços que ainda não foram iniciados em até 90 dias antes das eleições.

O anúncio da liberação das verbas até o dia 2 de julho deverá ser feito nesta terça-feira (21) pelo ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, em uma reunião com líderes da base aliada na Câmara.

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