A segunda semanal: "Superministro, superalvo"

Isto no destaca em sua capa o caso Palocci; na reportagem interna atribui-se o fogo amigo a Jos Dirceu

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247 – Istoé foi a segunda revista semanal a ser disponibilizada em sua versão online. Ao contrário de Carta Capital, que defende explicitamente a demissão de Antônio Palocci, Istoé adota um tom mais cauteloso. Numa reportagem interna, sem chamada de capa, descreve, de maneira linear, a crônica da primeira crise política do governo Dilma. Num texto chamado “Superalvo, superministro”, a publicação informa que todas as nomeações do governo Dilma dependem do aval de Palocci.

De acordo com a argumentação da revista, “no Brasil é permitido legalmente que um parlamentar possua empresas de consultoria desde que não transforme sua atividade parlamentar em lobby”. Istoé informa ainda que, no PT, dá-se como certo que a origem do fogo amigo contra Palocci seria a ala liderada por José Dirceu – que, por sinal, também se tornou consultor após deixar o governo Lula (apenas com a diferença de que não tinha mandato legislativo). Istoé conclui o texto afirmando que “Palocci tem resistido e continua superpoderoso em Brasília, o que permite prever que seus desafetos não desistirão dos ataques”.

A capa da revista trata da "privatização" da Polícia Federal, que estaria terceirizando a firmas privadas a proteção das fronteiras brasileiras.

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