Advogado de Temer admite que 'apenas' R$ 1,2 milhão teria sido ilícito

Defesa do atual presidente Michel Temer interrompeu a leitura do voto do ministro Herman Benjamin, na ação de cassação da chapa Dilma e Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para afirmar que não seriam R$ 31 milhões o dinheiro ilícito arrecadado pela chapa desde anos anteriores para investir em 2014, mas a propina seria de "apenas R$ 1,25 milhão"; "Do levantamento que fizemos, o que poderia estar contaminado pela linha do voto de Vossa Excelência seria 31 milhões de reais. Destes R$ 31 milhões, apenas R$ 1,25 milhão para ser bem exato é o valor que veio proveniente de empresas investigadas", disse Gustavo Guedes, conforme o jornal GGN 

Defesa do atual presidente Michel Temer interrompeu a leitura do voto do ministro Herman Benjamin, na ação de cassação da chapa Dilma e Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para afirmar que não seriam R$ 31 milhões o dinheiro ilícito arrecadado pela chapa desde anos anteriores para investir em 2014, mas a propina seria de "apenas R$ 1,25 milhão"; "Do levantamento que fizemos, o que poderia estar contaminado pela linha do voto de Vossa Excelência seria 31 milhões de reais. Destes R$ 31 milhões, apenas R$ 1,25 milhão para ser bem exato é o valor que veio proveniente de empresas investigadas", disse Gustavo Guedes, conforme o jornal GGN 
Defesa do atual presidente Michel Temer interrompeu a leitura do voto do ministro Herman Benjamin, na ação de cassação da chapa Dilma e Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para afirmar que não seriam R$ 31 milhões o dinheiro ilícito arrecadado pela chapa desde anos anteriores para investir em 2014, mas a propina seria de "apenas R$ 1,25 milhão"; "Do levantamento que fizemos, o que poderia estar contaminado pela linha do voto de Vossa Excelência seria 31 milhões de reais. Destes R$ 31 milhões, apenas R$ 1,25 milhão para ser bem exato é o valor que veio proveniente de empresas investigadas", disse Gustavo Guedes, conforme o jornal GGN  (Foto: Aquiles Lins)

Jornal GGN - A defesa do atual presidente Michel Temer interrompeu a leitura do voto do ministro Herman Benjamin, na ação de cassação da chapa Dilma e Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para afirmar que não seriam R$ 31 milhões o dinheiro ilícito arrecadado pela chapa desde anos anteriores para investir em 2014, mas a propina seria de "apenas R$ 1,25 milhão".

Na que promete ser a última sessão do TSE que poderia encurtar o mandato de Michel Temer, mas já conta com a maioria dos ministros para a sua absolvição, o advogado admite a possibilidade de pouco mais de R$ 1 milhão - considerado aqui como "apenas" e "no máximo" - de recursos ilícitos terem financiado a campanha.

"Do levantamento que fizemos, o que poderia estar contaminado pela linha do voto de Vossa Excelência seria 31 milhões de reais. Destes R$ 31 milhões, apenas R$ 1,25 milhão para ser bem exato é o valor que veio proveniente de empresas investigadas", disse.

O fato, em si, seria suficiente para condenar a chapa e cassar o mandato do peemedebista no Planalto. Se não fosse pelo detalhe que quatro de sete ministros não vão aceitar as provas levantadas pela Odebrecht e pelos marqueteiros de campanha Mônica Moura e João Santana.

"Se até 2014, pela limitação da causa de pedir não se poderia analisar, o ministro foi para anos anteriores: 2013, 12, 11, enfim, dizendo que doações legais feitas por essas empresas poderiam ser tratadas como propina, teriam ficado na poupança dos partidos, que teriam investido esse dinheiro em 2014. Se não me engano, é essa a premissa de Vossa Excelência", disse o advogado na sessão agora há pouco.

"O que eu estou dizendo é: por dados oficiais do TSE, os partidos apenas contribuiram com R$ 31 milhões para a campanha majoritária. Desses R$ 31 milhões, isso são dados oficiais, apenas R$ 1,25 milhão é de uma empresa investigada. Os outros R$ 30 milhões, arredondando, são de outras empresas. Portanto, o que eventualmente poderia estar contaminado, na avaliação da defesa, é no máximo 1 milhão de reais", admitiu novamente, em explicação.

Indiscutíveis e admitidas pelo próprio advogado de Temer, os indícios foram barrados por uma brecha legislativa: ainda que sob questionamentos, os depoimentos e confissões dos delatores foram interpretados como uma mudança na investigação inicial. Gilmar Mendes, Napoleão Nunes Maia Filho, Admar Gonzaga e Tarcisio Vieira foram os que assim interpretaram.

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