Aécio desafia PT: “Tanto faz enfrentar Dilma ou Lula”

Presidenciável do PSDB semeia divisão no campo governista; "Estão dizendo por aí que eles podem trocar de candidato", disse Aécio Neves, na manhã desta segunda-feira 31, em São Paulo; "Mas tanto faz para mim enfrentar a presidente Dilma ou o ex-presidente Lula. O importante é derrotar esse modelo"; tucano falou em almoço no Grupo de Líderes Empresariais; governadores Geraldo Alckmin e Antonio Anastasia presentes; Aécio falou em "reestatizar a Petrobras", deixar "a inflação para o centro da meta e não no topo", reduzir número de ministérios pela metade e criar Secretaria Especial Temporária para fazer reforma tributária em seis meses após vencer; "Tenho confiança", cravou

www.brasil247.com - Presidenciável do PSDB semeia divisão no campo governista; "Estão dizendo por aí que eles podem trocar de candidato", disse Aécio Neves, na manhã desta segunda-feira 31, em São Paulo; "Mas tanto faz para mim enfrentar a presidente Dilma ou o ex-presidente Lula. O importante é derrotar esse modelo"; tucano falou em almoço no Grupo de Líderes Empresariais; governadores Geraldo Alckmin e Antonio Anastasia presentes; Aécio falou em "reestatizar a Petrobras", deixar "a inflação para o centro da meta e não no topo", reduzir número de ministérios pela metade e criar Secretaria Especial Temporária para fazer reforma tributária em seis meses após vencer; "Tenho confiança", cravou
Presidenciável do PSDB semeia divisão no campo governista; "Estão dizendo por aí que eles podem trocar de candidato", disse Aécio Neves, na manhã desta segunda-feira 31, em São Paulo; "Mas tanto faz para mim enfrentar a presidente Dilma ou o ex-presidente Lula. O importante é derrotar esse modelo"; tucano falou em almoço no Grupo de Líderes Empresariais; governadores Geraldo Alckmin e Antonio Anastasia presentes; Aécio falou em "reestatizar a Petrobras", deixar "a inflação para o centro da meta e não no topo", reduzir número de ministérios pela metade e criar Secretaria Especial Temporária para fazer reforma tributária em seis meses após vencer; "Tenho confiança", cravou (Foto: Ana Pupulin)


247 – O presidenciável Aécio Neves não perdeu a chance, na manhã desta segunda-feira 31, em São Paulo, de lançar uma pedra de divisão política no campo governista.

- Escuto dizer por aí, todos os dias, que eles podem querer trocar de candidato, mas para mim tanto faz enfrentar a presidente Dilma ou o ex-presidente Lula, disse Aécio em almoço diante de associados do Grupo de Líderes Empresariais (Lide). "O importante é derrotar o modelo de governo que está aí", concluiu ele, que encerrou seu pronunciamento, seguido de perguntas e respostas, recebendo aplausos de pé.

Para Aécio, até o momento houve apenas "um monólogo" no debate político, com espaço aberto apenas para o governo.

- É natural que a presidente da República atrai mídia espontânea, mas esse monólogo vai acabar. Com o debate começando, o governo vai ficar na defensiva.

Pequisa realizada com os cerca de 500 empresários presentes ao almoço com Aécio apontou que 56% deles acreditam na vitória do ex-governador de Minas Gerais na disputa pela Presidência da República, em outubro.

O tucano mineiro usou o espaço do almoço para adiantar novos pontos de seu programa de governo.

- Eu vou reestatizar a Petrobras, afirmou Aécio, dizendo ainda que a estatal de petróleo "perdeu sua capacidade de gestão sendo aparelhada por interesses privados".

Aécio garantiu que irá reduzir pela metade o atual número de ministérios. Ele prometeu criar, se eleito, uma Secretaria Especial Temporária para montar um projeto de reforma tributária.

- Vamos reduzir a burocracia e aliviar a carga tributária, anunciou, mais uma vez extraindo aplausos dos empresários presentes.

Entusiasmado pela recente pesquisa Ibope, que apontou para um queda de popularidade do governo Dilma, Aécio atacou o que chamou de "incompetência da política econômica, que faz o Brasil quase que se acostumar a índices medíocres de crescimento". Ele tocou no ponto da inflação:

- Vi declarações do ministro Mantega (da Fazenda) em que ele pareceu satisfeito com a inflação no topo da meta. Isso não é bom. Vou lutar pela inflação no centro da meta, que é o que todos esperam, e não ser leniente no combate à alta de preços.

O presidenciável tucano passará o dia em São Paulo, com reunião à noite com os governadores Geraldo Alckmin e Antonio Anastasia.

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