Aécio quer pressa em projeto que tira Marina do páreo em 2018

Senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), que ainda quer disputar o Palácio do Planalto, pediu prioridade do Congresso para votar PEC de sua autoria e do deputado tucano Ricardo Ferraço (ES) que levaria à extinção partidos como Rede, Psol, PPS, PV e PCdoB; o projeto limita acesso ao fundo partidário e elimina vários partidos menores; Marina Silva, que foi ao STF para cassar os direitos políticos de Dilma, pode acabar sendo impedida de concorrer em 2018, por iniciativa de Aécio

Senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), que ainda quer disputar o Palácio do Planalto, pediu prioridade do Congresso para votar PEC de sua autoria e do deputado tucano Ricardo Ferraço (ES) que levaria à extinção partidos como Rede, Psol, PPS, PV e PCdoB; o projeto limita acesso ao fundo partidário e elimina vários partidos menores; Marina Silva, que foi ao STF para cassar os direitos políticos de Dilma, pode acabar sendo impedida de concorrer em 2018, por iniciativa de Aécio
Senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), que ainda quer disputar o Palácio do Planalto, pediu prioridade do Congresso para votar PEC de sua autoria e do deputado tucano Ricardo Ferraço (ES) que levaria à extinção partidos como Rede, Psol, PPS, PV e PCdoB; o projeto limita acesso ao fundo partidário e elimina vários partidos menores; Marina Silva, que foi ao STF para cassar os direitos políticos de Dilma, pode acabar sendo impedida de concorrer em 2018, por iniciativa de Aécio (Foto: Felipe L. Goncalves)

247 - O senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), tem pressa para acabar com o partido de Marina Silva, a Rede Sustentabilidade, e tirá-la do páreo em 2018.

O tucano, que ainda quer disputar o Palácio do Planalto, depois da derrota de 2014, pediu prioridade do Congresso Nacional para votar a PEC 26/2016, de sua autoria e do deputado tucano Ricardo Ferraço (ES), que levaria à extinção partidos menores. A proposta foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na semana passada.

"Um partido político pressupõe representar um segmento de pensamento numa sociedade tão plural como a brasileira, mas não tão plural que justifique a presença, hoje, de mais de 30 partidos funcionando no Congresso Nacional sem que tenham, pelo menos, a meu ver, a maioria deles, essa identidade, essa identificação junto a setores da sociedade", justificou Aécio.

A nova regra limita acesso ao fundo partidário e ao horário de rádio e TV, prejudicando siglas como Rede, Psol, PPS, PV e PCdoB. Nesse caso, impediria que Marina se apresentasse como candidata nas eleições de 2018. A proposta acaba também com as coligações de partidos nas eleições para vereador e deputado estadual e federal.

Em 2014, a ex-senadora declarou apoio no tucano no segundo turno das eleições, contra Dilma Rousseff.

Por fim, Marina, que foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) para cassar os direitos políticos de Dilma, pode acabar sendo impedida de concorrer em 2018, por iniciativa de Aécio.

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