Aliados de Aécio criticam PSDB e falam em tribunal de exceção

Após o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), ameaçar deixar o PSDB caso o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) não seja expulso, aliados do parlamentar mineiro dizem que a ala paulista da sigla tenta instalar o que chamam “tribunal de exceção”

(Foto: LUIS MACEDO - AG. CÂMARA)

247 - Após o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), ameaçar deixar o PSDB caso o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) não seja expulso, aliados do parlamentar mineiro dizem que a ala paulista da sigla tenta instalar o que chamam “tribunal de exceção”. 

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, os tucanos mais próximos ao ex-governador de Minas Gerais defendem que o partido respeite o “direito de defesa” do congressista no conselho de ética da sigla e pregam o que chamam de “enfrentamento e resistência” do mineiro.

A coluna Mônica Bergamo revelou nesta quarta (10) que o prefeito da capital paulista passou a defender a expulsão de Aécio por causa das acusações de corrupção. O prefeito chegou a dizer que o PSDB terá que optar: "Ou eu ou ele".

A capilaridade política de Aécio começou a ser posta em xeque em 2014, quando perdeu para Dilma tanto no primeiro quanto no segundo turno no próprio reduto eleitoral do congressista - Minas Gerais, onde governou por oito anos. 

Em 2016, foi publicado na imprensa o conteúdo das gravações feitas pelo empresário Joesley Batista. Conforme o áudio, o senador pediu propina de R$ 2 milhões ao sócio da JBS. 

O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB. Segundo a PF, que filmou a cena, o dinheiro foi depositado numa empresa do senador Zeze Perrella (PMDB-MG).

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