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Após recesso, Cunha votará contas de ex-presidentes

Acusado de receber propina na Lava Jato, presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB) vai pautar para o primeiro dia de votações após o recesso, em 4 de agosto, as cinco contas de ex-presidentes para abrir caminho para a apreciação do balanço apresentado em 2014; as 'pedaladas fiscais' são objeto de ação no Tribunal de Contas da União, contra a presidente; na mesma sessão, ele pretende votar o projeto que dobra a correção do FGTS, à revelia do governo

Acusado de receber propina na Lava Jato, presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB) vai pautar para o primeiro dia de votações após o recesso, em 4 de agosto, as cinco contas de ex-presidentes para abrir caminho para a apreciação do balanço apresentado em 2014; as 'pedaladas fiscais' são objeto de ação no Tribunal de Contas da União, contra a presidente; na mesma sessão, ele pretende votar o projeto que dobra a correção do FGTS, à revelia do governo (Foto: Roberta Namour)

247 – Em nova rodada de retaliação contra o governo Dilma Rousseff, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) vai pautar para o primeiro dia de votações após o recesso, em 4 de agosto, as cinco contas de ex-presidentes para abrir caminho para a apreciação do balanço apresentado em 2014. As 'pedaladas fiscais' são objeto de ação no Tribunal de Contas da União, contra a presidente.

Na mesma sessão, ele pretende votar o projeto que dobra a correção do FGTS. É o que afirma a colunista Natuza Nery.

Antes do rompimento de Cunha com o Planalto, Dilma havia pedido pessoalmente o adiamento da tramitação do texto.

“Preocupado com a aprovação de novas bombas fiscais, o governo apostará em um discurso de apelo social para convencer a base aliada a rejeitar projetos que resultem em novos gastos”, afirma nota do Painel, da ‘Folha de S. Paulo’.

Para frear esses projetos, Planalto deve procurar congressistas para dizer que cada centavo extra de despesas significará menos investimentos em saúde, educação e habitação popular (leia aqui).