Atraso traz desistências à Rede e complica Marina

Novo partido da ex-senadora, que pode nem ser registrado a tempo para as eleições de 2014, deve começar sua atividade com apenas três parlamentares, segundo expectativa do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), cofundador da legenda; caso partido se viabilize, será "em cima da bucha", nas palavras de Sirkis, ou seja, próximo a 5 de outubro

Novo partido da ex-senadora, que pode nem ser registrado a tempo para as eleições de 2014, deve começar sua atividade com apenas três parlamentares, segundo expectativa do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), cofundador da legenda; caso partido se viabilize, será "em cima da bucha", nas palavras de Sirkis, ou seja, próximo a 5 de outubro
Novo partido da ex-senadora, que pode nem ser registrado a tempo para as eleições de 2014, deve começar sua atividade com apenas três parlamentares, segundo expectativa do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), cofundador da legenda; caso partido se viabilize, será "em cima da bucha", nas palavras de Sirkis, ou seja, próximo a 5 de outubro (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O atraso para o registro da Rede Sustentabilidade, novo partido de Marina Silva, tem causado desistências de parlamentares e provocado ainda mais problemas para a ex-senadora, que corre o risco de não conseguir se candidatar em 2014 pela sigla.

Caso consiga registro a tempo, será "em cima da bucha", nas palavras do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), cofundador da legenda, ao lado de Marina. Ou seja: a Rede seria viabilizada para lançar algum candidato muito próximo à data das eleições, em 5 de outubro.

Segundo Sirkis, que concedeu entrevista ao blog de Fernando Rodrigues, do portal UOL, o partido deve começar sua atividade com apenas três parlamentares: além dele, os deputados Domingos Dutra (PT-MA) e Walter Feldman (PSDB-SP).

"Quem tem a perspectiva de se reeleger está revendo a decisão de se filiar à Rede. É arriscado se lançar por uma chapa que pode nem atingir o quociente eleitoral", explicou Sirkis, sobre o número mínimo de votos necessário para que um partido ganhe uma cadeira na Câmara.

Com o registro em cima da hora, a Rede também terá, certamente, problemas para formar alianças e, desta forma, não conseguirá um bom tempo de tevê. Por isso Marina Silva tem travado uma batalha com o Tribunal Superior Eleitoral, cobrando celeridade no processo de validação de assinaturas necessárias para o registro.

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