“Brasil não pode prescindir de Boulos no Congresso Nacional”, diz Luís Costa Pinto

O jornalista defendeu que Guilherme Boulos se declare candidato à Câmara e que Haddad seja o candidato ao Palácio dos Bandeirantes. Os dois lados sairiam ganhando, com o PSOL se beneficiando através da formação de uma grande bancada inédita na Casa, avalia. Assista na TV 247

Luís Costa Pinto e Guilherme Boulos
Luís Costa Pinto e Guilherme Boulos (Foto: Reprodução/Divulgação | Felipe/Brasil 247)
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247 - O jornalista Luís Costa Pinto defendeu, em participação na TV 247, que Guilherme Boulos, do PSOL, abandone a corrida pelo Palácio dos Bandeirantes e se dedique à eleição à Câmara dos Deputados. Em sua avaliação, em São Paulo o candidato deve ser Fernando Haddad, do PT.

Para ele, uma das prioridades para 2022 é eleger um Congresso largamente progressista, auxiliando na criação das condições de “governabilidade” de um eventual governo Lula. Para tal, a candidatura de Boulos é fundamental. 

“A eleição em São Paulo é fundamental, porque é o estado de maior bancada. São 70 deputados de São Paulo”, destacou o jornalista. “É o estado que tem que mandar para Brasília uma bancada progressista, porque, em geral, a bancada paulista é conservadora”.

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Costa Pinto vê que a questão tem de ser definida antecipadamente, “antes do fim do ano”. “O Brasil não pode prescindir da presença de Boulos em Brasília, no Congresso, em 2023”, declarou. 

Ele elogiou as credenciais do líder do MTST e ex-candidato a prefeito de São Paulo e apontou para a possibilidade de formação de uma grande bancada do PSOL na Câmara, o que seria algo inédito: “O Boulos tem uma dimensão política enorme e, candidato em 2022 a deputado, certamente levará com ele para Brasília uma bancada do PSOL paulista de um tamanho que o PSOL nunca teve, o que vai ajudar na costura dentro do parlamento. O Brasil precisa da força, da retórica, do conhecimento, da habilidade política de um personagem como o Boulos no Congresso Nacional. Esse é um gesto que o PSOL pode fazer na direção dessa construção política para viabilizar uma solução”. 

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“Temos que fazer esse exercício de projeção, e ainda imaginando a chegada no Senado de um Camilo Santana, do Ceará, de um Rui Costa, da Bahia, de um, por que não, Paulo Câmara, de Pernambuco, de um Flávio Dino, do Maranhão”, avaliou. 

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