Centrão quer prévias para barrar reeleição de Maia

Partidos que formam o chamado "centrão" se prepararam para entrar numa guera jurídica para impedir que o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), seja candidato à reeleição ao cargo; bloco que reúne PP, PR, PSD, PTB, PRB, entre outros, argumentam que Maia tenta manobra ilegal para continuar no poder por mais dois anos; "Está escrito que não pode ter recondução, independentemente se é ou não mandato-tampão", afirma o líder do PTB, Jovair Arantes, pré-candidato a presidente; racha na base aliada poderá afetar a votação da agenda econômica do presidente Michel Temer, sobretudo a reforma da Previdência

Partidos que formam o chamado "centrão" se prepararam para entrar numa guera jurídica para impedir que o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), seja candidato à reeleição ao cargo; bloco que reúne PP, PR, PSD, PTB, PRB, entre outros, argumentam que Maia tenta manobra ilegal para continuar no poder por mais dois anos; "Está escrito que não pode ter recondução, independentemente se é ou não mandato-tampão", afirma o líder do PTB, Jovair Arantes, pré-candidato a presidente; racha na base aliada poderá afetar a votação da agenda econômica do presidente Michel Temer, sobretudo a reforma da Previdência
Partidos que formam o chamado "centrão" se prepararam para entrar numa guera jurídica para impedir que o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), seja candidato à reeleição ao cargo; bloco que reúne PP, PR, PSD, PTB, PRB, entre outros, argumentam que Maia tenta manobra ilegal para continuar no poder por mais dois anos; "Está escrito que não pode ter recondução, independentemente se é ou não mandato-tampão", afirma o líder do PTB, Jovair Arantes, pré-candidato a presidente; racha na base aliada poderá afetar a votação da agenda econômica do presidente Michel Temer, sobretudo a reforma da Previdência (Foto: Aquiles Lins)

247 - Partidos que formam o chamado "centrão" se prepararam para entrar numa guera jurídica para impedir que o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), seja candidato à reeleição ao cargo. 

O centrão inclui PP, PR, PSD, PTB, PROS, PSC, SD, PRB, PEN, PTN, PHS e PSL. Essas siglas, cujo candidato a presidente da Câmara, Rogério Rosso (PSD), foi derrotado por Maia em julho, argumentam que Maia tenta manobra ilegal para continuar no poder por mais dois anos.

"É um casuísmo como experimentado na época da revolução [ditadura militar], quando se trocava de regra a toda hora, de acordo com o interesse do mandatário de plantão. Tem que ter regularidade democrática, não dá para virar a mesa aos 40 minutos do segundo tempo", diz Jovair Arantes (GO), líder do PTB e pré-candidato ao posto.

O mal estar na base aliada poderá afetar a votação da agenda econômica do presidente Michel Temer, sobretudo a reforma da Previdência.

O "centrão", que reúne cerca de 200 dos 513 deputados, frisa a disposição constitucional que proíbe a candidatura do presidente da Câmara a um mandato consecutivo.

Maia, por outro lado, busca pareceres jurídicos que sustentem a tese de que a vedação se dá àqueles eleitos para dois anos de mandato. Ele foi eleito para um mandato-tampão de seis meses e meio. "Está escrito que não pode ter recondução, independentemente se é ou não mandato-tampão", reforça Jovair.

Além de Jovair e Rosso, o "centrão" tem como pré-candidatos os deputados Giacobo (PR-PR) e Beto Mansur (PRB-SP), entre outros.

 

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