Congresso tenta minar Lava Jato, diz Janot

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mostra "perplexidade com algumas ações tomadas pelo Congresso"; para Janot, o Congresso tenta minar a Lava Jato, do mesmo modo que os políticos italianos tentaram minar a Operação Mãos Limpas, 25 anos atrás; a mesma preocupação é externada por Luiz Fux, ministro do STF, que não vê com bons olhos a lei contra o abuso de autoridade, que prevê punição a juízes que tiverem sentenças reformadas por instâncias superiores

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mostra "perplexidade com algumas ações tomadas pelo Congresso"; para Janot, o Congresso tenta minar a Lava Jato, do mesmo modo que os políticos italianos tentaram minar a Operação Mãos Limpas, 25 anos atrás; a mesma preocupação é externada por Luiz Fux, ministro do STF, que não vê com bons olhos a lei contra o abuso de autoridade, que prevê punição a juízes que tiverem sentenças reformadas por instâncias superiores
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mostra "perplexidade com algumas ações tomadas pelo Congresso"; para Janot, o Congresso tenta minar a Lava Jato, do mesmo modo que os políticos italianos tentaram minar a Operação Mãos Limpas, 25 anos atrás; a mesma preocupação é externada por Luiz Fux, ministro do STF, que não vê com bons olhos a lei contra o abuso de autoridade, que prevê punição a juízes que tiverem sentenças reformadas por instâncias superiores (Foto: Charles Nisz)

247 - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou, na manhã desta segunda-feira (25), qual alguns que projetos de lei apresentados no Congresso parecem ações do Congresso italiano com o objetivo de enfraquecer a Operação Mãos Limpas, que investigou corrupção na Itála nos anos 1990. Para Janot, algumas iniciativas do Congresso "geraram perplexidade".

Já o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux acusou o Congresso de tentar enfraquecer o Judiciário por causa da Lava Jato e também citou o exemplo italiano.

Janot comentou o projeto dos parlamentares para aprovar a lei do abuso de autoridade. Para o procurador-geral, a tramitação avançou conforme a Lava Jato investigava mais parlamentares. O projeto prevê possibilidade de punição para juízes que eventualmente tenham decisões reformadas em instâncias superiores e isso preocupa tanto a Janot como a Fux.

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